Viatura da PM atola em estrada de barro e morador cobra gestão Lula Cabral. Foto: Divulgação
Um vídeo que viralizou nesta semana mostra uma viatura 4x4 da Polícia Militar de Pernambuco atolada na lama, incapaz de seguir pelo trajeto na estrada o Engenho Sebastopol, na zona rural do Cabo de Santo Agostinho.
A cena escancarou a precariedade das vias da região, que, segundo os moradores, já impossibilita até o funcionamento de serviços essenciais.
O registro ganhou repercussão justamente porque chamou a atenção para a gravidade da situação.
“A polícia não deixa de entrar por causa da bandidagem não, ela não entra por causa das estradas”, desabafou um morador, indignado com a atual gestão do prefeito Lula Cabral (Solidariedade).
O vereador Sargento Almeida (PSD), que tem acompanhado as reclamações da população, reforçou a gravidade da situação e fez duras críticas ao prefeito Lula Cabral.
“Isso não é apenas um transtorno, mas uma violação do direito de ir e vir da população e, principalmente, um descaso com a segurança e a educação das crianças da comunidade. É inadmissível que trabalhadores, estudantes e até mesmo os serviços essenciais, como segurança pública e transporte escolar, fiquem à mercê do abandono das estradas”, declarou.
Para o vereador, é urgente que a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho assuma sua responsabilidade e apresente soluções. O parlamentar defende medidas imediatas para garantir condições mínimas de trafegabilidade e cobra respeito à comunidade.
“O povo do Engenho Sebastopol exige respeito, infraestrutura e soluções concretas. A população não pode continuar pagando o preço da negligência do poder público”, completou.
O espaço segue aberto para que a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho possa se manifestar sobre o caso e apresentar um posicionamento oficial diante das cobranças da população.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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