Vereador Eduardo Moura volta a fiscalizar Policlínica Barros Lima. Foto: Divulgação
O vereador do Recife, Eduardo Moura (Novo), voltou a fiscalizar a Policlínica Barros Lima, em Casa Amarela, na Zona Norte da capital pernambucana. A visita ocorreu após denúncias de superlotação e atrasos no atendimento.
No local, o parlamentar constatou as dificuldades enfrentadas pela população e reforçou o apelo por melhorias na unidade de saúde.
Durante a fiscalização, Eduardo Moura conversou com os pacientes e ouviu relatos sobre longas esperas, estrutura precária e a insuficiência de profissionais para atender a demanda. Os relatos confirmaram as queixas já recebidas anteriormente por sua equipe.
Usuários do serviço de saúde relataram dificuldades para conseguir consultas. Alguns afirmaram que esperaram horas por atendimento, enquanto outros relataram a falta de médicos em determinados horários.
Diante das irregularidades encontradas, Eduardo Moura cobrou providências da secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque, e do prefeito João Campos (PSB). O vereador reforçou a necessidade de medidas urgentes para melhorar as condições da unidade, garantir atendimento mais ágil e evitar o agravamento da situação.
Eduardo Moura visitou a Policlínica Barros Lima no dia 16 de março. A vistoria surpreendeu funcionários e revelou que dos quatro médicos escalados para o plantão, apenas duas médicas estavam presentes, e no atendimento da recepção era informado aos pacientes que chegavam de que o plantão se encontrava restrito.
O parlamentar revelou que descobriu que as atas de presença estavam já assinadas para todo o mês de março, expondo uma greve irregularidade que pode ser respondida criminalmente.
Em um trecho da live realizada pelo político, Moura discute com uma médica da unidade, sobre a demora no atendimento de uma paciente.
Diante da situação, o vereador cobrou providências da Secretaria Municipal de Saúde e solicitou a abertura de uma investigação para apurar as irregularidades.
Casos semelhantes já foram denunciados em outras unidades de saúde do Recife, especialmente relacionados a falhas no controle de ponto eletrônico dos médicos.
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