USP. Foto: Cecília Bastos/USP
A Universidade de São Paulo (USP) não é mais a melhor da América Latina, segundo a Quacquarelli Symonds (QS), especialista global em educação superior.
A instituição paulista caiu para o segundo lugar no ranking da consultoria divulgado nesta quarta-feira (1°).
A Pontifícia Universidade Católica do Chile, em Santiago, lidera o levantamento, que contempla 437 instituições de ensino superior na América Latina e no Caribe.
A QS considera como critério a empregabilidade dos alunos, o número de professores por estudante e a reputação acadêmica, entre outros indicadores.
Além da USP, a Unicamp (3°), a UFRJ (5°) e a Unesp (6°) aparecem no top 10 da América Latina. As universidades de Campinas e do Rio de Janeiro continuam na mesma posição do ano passado. Já a Unesp subiu duas posições no ranking.
O Brasil predomina no ranking, com 26 universidades nacionais entre as 100 melhores da região. O Chile, com 16, e o México, com 14, vêm em seguida.
Entre as 26 instituições brasileiras no top 100, seis subiram de posição, 13 caíram e sete permaneceram na mesma colocação.
Segundo o levantamento, o Brasil lidera indicadores de pesquisas acadêmicas. Mas não apresenta o mesmo resultado no critério reputação entre empregadores, no qual só a USP figura entre as 10 melhores.
A Pontifícia Universidade Católica do Chile (1°) e a Universidad de Chile (6°) aparecem entre as mais renomadas da América Latina tanto entre acadêmicos como empregadores internacionais.
A pontifícia é citada como a instituição mais respeitada entre empregadores internacionais e ocupa o terceiro lugar entre acadêmicos.
Estadão Conteúdo
1
2
4
14:49, 05 Ago
26
°c
Fonte: OpenWeather
Entre os documentos enviados a PF estariam capturas de tela de conversas que indicariam uma suposta tentativa de pagamento de R$ 70 mil para que a vítima permanecesse em silêncio.
Presidente criticou medidas dos Estados Unidos, defendeu o sistema eleitoral brasileiro e afirmou que o país responderá a qualquer tentativa de ingerência externa.
Parlamentares vão concorrer ao Senado, à Assembleia Legislativa ou deixarão a vida política nas eleições deste ano
mais notícias
+