Lula ao lado de Celso Sabino, ministro do Turismo. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Conselho de Ética do União Brasil decidiu, na terça-feira, 25 de novembro, durante reunião online, pela expulsão de Celso Sabino da legenda. O parecer aprovado pelo colegiado será encaminhado ao setor executivo do partido, responsável por finalizar e oficializar a decisão.
"Por unanimidade, os conselheiros opinaram pelo deferimento da intervenção no diretório regional do União Brasil no Pará, com dissolução da Executiva local e nomeação de comissão provisória, e também pela expulsão com cancelamento da filiação partidária de Celso Sabino", afirmou o partido em nota.
A decisão ocorre após Sabino optar por permanecer no governo como ministro do Turismo na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contrariando a orientação do União Brasil.
O partido informou ainda que o ministro e seu advogado participaram da sessão. Segundo a nota, a reunião da Executiva Nacional que ratificará a decisão ainda não foi marcada, mas deve ocorrer até o dia 8 de dezembro, conforme prevê o Estatuto da legenda.
Em setembro, o União Brasil havia dado um ultimato ao ministro e, diante da pressão, Sabino chegou a anunciar que deixaria o governo, mas recuou. Desde então, integrantes do União passaram a defender sua expulsão.
Ao confirmar que permaneceria no cargo, Sabino afirmou não ter cometido qualquer irregularidade e disse que não devia explicações.
"Eu não fiz nada, não devo nada para ninguém. Estou aqui de cabeça erguida, com sentimento de dever cumprido pelos resultados que entregamos, por essa COP que está deixando um grande legado para a cidade de Belém e para o povo do Brasil como um todo. Sigo firme, de peito aberto", afirmou o ministro.
Estadão Conteúdo
1
3
04:47, 12 Out
26
°c
Fonte: OpenWeather
Operador de produção apresentou 88 atestados em 2025; empresa usou fotos de eventos religiosos para comprovar atividades durante as licenças.
A norma reduziu a validade dos registros de dez para três anos, no caso de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, e para cinco anos, nas demais hipóteses.
Mesárias, mesários e fiscais de partido também são abrangidos pelas regras do Código Eleitoral.
mais notícias
+