A ministra é a primeira mulher a presidir a Corte Eleitoral por duas vezes – a anterior foi de 2012 a 2013.
04 de junho de 2024 às 11:53 - Atualizado às 11:53
“A mentira continuará a ser duramente combatida, diz Cármen Lúcia ao tomar posse como presidente do TSE. “A mentira continuará a ser duramente combatida, diz Cármen Lúcia ao tomar posse como presidente do TSE.
A ministra Cármen Lúcia tomou posse da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante sessão solene nesta segunda-feira, 3 de junho.
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A magistrada vai presidir no cargo durante o biênio 2024-2026 e disse que "a mentira continuará a ser combatida".
“A mentira continuará a ser duramente combatida. O ilícito será investigado e, se provado, será punido na forma da legislação vigente. O medo não tem assento em alguma casa de Justiça”, disse.
A ministra Cármen Lúcia é a primeira mulher a presidir a Corte Eleitoral por duas vezes – a anterior foi de 2012 a 2013.
Com o TSE sob sua gestão e ao lado do ministro Nunes Marques, empossado vice-presidente, ela garantiu a realização de eleições “com tranquilidade, segurança e integridade”, assim como ocorreu em pleitos passados.
Cármen Lúcia foi empossada pelo ministro Alexandre de Moraes, que deixa a Presidência do TSE após um ano e nove meses.
Depois de prestar o compromisso regimental e assinar o termo de posse na tribuna, coube a ela empossar o ministro Nunes Marques como vice-presidente.
“Compartilhar responsabilidades próprias na Justiça Eleitoral é um encargo que demanda aliança, sem a qual a caminhada seria muito mais difícil”, afirmou a ministra.
A sessão solene contou com a presença de autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de profissionais da imprensa, de representantes de embaixadas e de convidados dos empossados.
O Hino Nacional foi executado pela banda dos Fuzileiros Navais, regida pelo suboficial músico André Luiz de Araújo.
Além dos ministros do TSE e do procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, também integraram a mesa de honra da sessão solene:
A nova presidente do TSE conduzirá a Corte Eleitoral até junho de 2026.
A ela caberá coordenar as Eleições Municipais de 2024 e iniciar os trabalhos de preparação do próximo pleito geral.
Redação do Portal de Prefeitura e Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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Relatora do processo disse que restringir previamente manifestações artísticas e culturais, apenas por conterem eventual conteúdo político, configura censura prévia.
Quando um homem agride, ameaça ou mata uma mulher, ele não age por ignorância, mas por convicção de que poderá recuperar sua liberdade em pouco tempo.
Essa proposta consta numa resolução elaborada pela presidência da Corte, composta pela ministra Cármen Lúcia e pelo vice Kassio Nunes Marques.
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