Donald Trump discursa no Knesset em um momento histórico, durante a cerimônia de retorno dos reféns israelenses. Foto: Captura de tela/YouTube/White House)ald Trump
Em uma cerimônia carregada de simbolismo e emoção, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou no Knesset — o Parlamento de Israel — na manhã desta segunda-feira (13), durante a esperada liberação dos últimos 20 reféns mantidos em Gaza pelo Hamas. Em seu discurso, Trump fez uma saudação religiosa: “agradeço ao Deus Todo-Poderoso de Abraão, Isaque e Jacó”, evocando a fé judaicocristã em um momento histórico para o país e para o Oriente Médio.
Trump desembarcou no Aeroporto Internacional Ben Gurion e foi recebido com honras pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e outras lideranças israelenses. O evento marcou o retorno dos reféns, que estavam cativos há 738 dias — um fato colocado pelo presidente americano como “o fim de uma era de terror e o nascimento de um novo amanhecer”. “Hoje os céus estão calmos, as armas em silêncio”, declarou. Ele também ressaltou: “Contra todas as probabilidades, fizemos o impossível e trouxemos nossos reféns de volta para casa”.
“Nos reunimos em um dia de profunda alegria, de esperança crescente, de fé renovada — acima de tudo, um dia para dar nossos mais profundos agradecimentos ao Deus TodoPoderoso de Abraão, Isaque e Jacó.”
A referência à fé e à Bíblia teve forte repercussão entre parlamentares religiosos presentes, que enxergaram na saudação um alinhamento espiritual simbólico com Israel.
Netanyahu, que falou antes de Trump, referiu-se ao presidente norte-americano como “o maior amigo que Israel já teve na Casa Branca” e ressaltou missões diplomáticas e militares das duas nações: reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, apoio nas operações regionais e promoção dos Acordos de Abraão. “Em nossos momentos mais sombrios, pedimos a Deus que nos mostrasse um caminho — e ele o fez através de nossos amigos”, disse o primeiro-ministro.
A sessão no Knesset estava lotada. Bandeiras de Israel e dos EUA ornamentavam o plenário, enquanto parlamentares reagiam com aplausos e cânticos. O presidente israelense Isaac Herzog também esteve presente, saudando o retorno dos reféns e manifestando otimismo em relação ao restante dos prisioneiros.
Após o evento, Trump seguiu para Sharm elSheikh, no Egito, onde presidirá uma cúpula internacional com mais de 20 países. O objetivo será avançar um plano de paz — com desarmamento do Hamas, reconstrução de Gaza e criação de forças de segurança palestinas — sob supervisão internacional.
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Aliado do presidente americano, Darren Beattie é o responsável pelos assuntos ligados ao Brasil.
O deputado federal também criticou a direção estadual do partido, questionando o seu alinhamento.
O documento foi protocolado no Senado como parte de um movimento que cita suspeitas ligadas ao caso do banco Master como base para a iniciativa.
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