Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Foto: Divulgação
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se posicionou sobre a matéria da Folha de S. Paulo, onde fala que o ministro Alexandre do Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), utilizou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fora de rito para investigar os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
De acordo com o parlamentar, a Justiça tem que "ir a fundo" na história para descobrir a veracidade da denúncia.
"É importante não apenas por se tratar de Jair Bolsonaro, mas por se tratar da nossa democracia e da estabilidade das nossas instituições", declarou Flávio Bolsonaro.
O senador ainda afirmou que, se confirmado, Moraes cometeu um atentado contra a democracia brasileira. Segundo o parlamentar, o minsitro, que em 2022 era presidente do TSE, utilizou da instituição para prejudicar a reeleição do presidente da época.
Nas redes sociais, o senador divulgou um vídeo onde dispara diversas críticas ao ministro Alexandre de Moraes (assista abaixo).
Se o que está escrito na Folha de S. Paulo for verdade, está provada a perseguição contra @jairbolsonaro e contra a direita. É preciso ir a fundo nessa história. É importante não apenas por se tratar de Jair Bolsonaro, mas por se tratar da nossa democracia e da estabilidade das… pic.twitter.com/E1kk8hHTdV
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— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) August 13, 2024
Após a revelação de que o gabinete do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria ordenado, através de mensagens e de maneira não oficial, a elaboração de relatórios pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para fundamentar decisões do ministro contra apoiadores de Bolsonaro no inquérito sobre fake news no STF durante e após as Eleições 2022, a oposição no Congresso já se articula para pedir o impeachment do magistrado.
A senadora Damares Alves (Republicanos) afirmou na terça-feira, 13 de agosto, que o senador Eduardo Girão (Novo) apresentará um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, e sugeriu que o magistrado renuncie “pelo bem da democracia”.
“Temos mais de uma dezena de senadores que já manifestaram interesse em assinar. Se 5% do que foi divulgado hoje for verdade, espero que o ministro ainda durante esta noite ou esta madrugada, coloque a cabeça no travesseiro, reflita bastante e no raiar do dia apresente o pedido de renúncia. Vai ser mais fácil para todo mundo. É o mínimo que ele poderia fazer agora pela garantia de nossa democracia”, disse a senadora, que afirmou que os parlamentares farão uma coletiva de imprensa neta quarta-feira (14), às 16h, para detalhar o pedido.
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Em nota, o supremo informou que o ministro, "considerados os altos interesses institucionais", solicitou a redistribuição do caso para outro integrante do tribunal.
Durante o encontro, o presidente da Corte vai dar ciência aos demais membros do STF sobre o material entregue pela PF.
Com o entendimento formado pelos ministros, os políticos acusados de fazerem campanha com recursos não contabilizados poderão ser responsabilizados duplamente.
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