SIMPERE marca protesto na frente da Prefeitura do Recife. Foto: Divulgação
Nesta sexta-feira, 12 de dezembro, a partir das 8h, acontece a assembleia geral com ato público convocada pelo Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (SIMPERE), no pátio da Prefeitura do Recife. Entre as pautas, está o pagamento do abono de 3,27%, valor complementar ao Piso Salarial que deveria ter sido tratado com prioridade pela gestão municipal.
Para o sindicato, a demora do pagamento, às vésperas do final do ano, aprofunda a insegurança e demonstra desrespeito com as professoras e professores que sustentam a educação pública da cidade.
A assembleia também debate a defesa da gestão democrática, após a Prefeitura do Recife apresentar instrumentos de avaliação de desempenho sem diálogo prévio com a comunidade escolar.
“O sindicato reforça que nenhuma avaliação pode se sobrepor à escolha da comunidade expressa nas urnas e que diretoras e diretores precisam ser ouvidos antes de qualquer mudança na política educacional”, explica Jaqueline Dornelas, da diretoria do SIMPERE.
“É inaceitável que, depois de tudo que enfrentamos este ano, a Prefeitura simplesmente silencie e deixe milhares de profissionais sem previsão de pagamento. Não existe valorização sem respeito e hoje o que assistimos é mais uma tentativa de calote aos professores do Recife.”, concluiu.
Além disso, também são pautas a necessidade de garantir a Aula Atividade semanal sem retirada de FTPs, de convocar imediatamente os aprovados no último concurso para suprir o déficit de profissionais, de chamar o Acréscimo de Carga Horária e de cumprir o acordo que assegura o pagamento das acumulações em janeiro.
Para Anna Davi, da direção do sindicato, a mobilização desta sexta se torna ainda mais urgente diante do cenário atual. “
Estamos na prefeitura desde o primeiro dia após o fim da greve cobrando respostas. A categoria exige respeito, condições dignas de trabalho e o cumprimento de cada compromisso firmado”, destaca.
O SIMPERE reforça que a assembleia desta sexta acontece em defesa da carreira docente, da educação pública e da valorização profissional, destacando o compromisso histórico da gestão com a luta.
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Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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