Pastor Silas Malafaia Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O pastor e líder evangélico Silas Malafaia voltou ao foco das especulações políticas após surgir em segundo lugar em uma recente pesquisa de intenção de voto para o Senado no Rio de Janeiro. Com cerca de 14% das preferências, ele ficou atrás apenas do atual senador Flávio Bolsonaro, que lidera com 32%.
Imediatamente após a divulgação do resultado, Malafaia tratou de afastar rumores sobre uma possível candidatura. Em entrevista, ele declarou com firmeza:
“Não sou candidato a nada. Nem a carimbador de condomínio. Tenho uma certa influência no mundo evangélico e da direita, mas não tenho pretensão política.”
Mesmo assim, deixou claro que pretende manter sua atuação como formador de opinião e apoiador de nomes que compartilhem suas convicções.
Embora não seja candidato declarado, o fato de Malafaia pontuar tão bem em um cenário de disputa pelo Senado revela seu poder de mobilização e a força de sua base no segmento evangélico e conservador. Esse desempenho joga luz sobre sua atuação política indireta — mesmo sem pretensões explícitas de ocupar cargos eletivos.
Para muitos analistas, encurtar a distância na disputa senatorial entre nomes moderados e figuras religiosas como Malafaia mostra que a linha entre influência pública e protagonismo institucional tem se estreitado na política brasileira.
Malafaia é figura constante nos debates públicos nacionais. Ele tem se posicionado com frequência sobre decisões do Supremo Tribunal Federal, especialmente em críticas ao ministro Alexandre de Moraes, e também se manifestado contra propostas como o projeto de lei da dosimetria penal, defendendo visões mais favoráveis aos réus dos atos de 8 de janeiro.
Além disso, ele tem exercido influência como articulador e mentor de nomes que pretende apoiar em 2026. Sua negação de candidatura própria pode ser estratégica para manter relevância sem assumir exposição direta.
Apesar do bom desempenho na pesquisa, não há, até o momento, documento ou declaração oficial que confirme que Malafaia esteja considerando candidatura ao Senado em 2026. Seus posicionamentos mais recentes enfatizam que ele continuará atuando como influenciador político, mas sem concorrer diretamente.
Por fim, esse episódio reforça o protagonismo crescente dos líderes religiosos na política nacional, especialmente quando conquistam dimensão eleitoral mesmo sem disputar cargos. Se Malafaia continuará nessa trilha ou eventualmente decidir avançar deverá ser monitorado de perto nos próximos meses.
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