Boneco do presidente Lula em escola de samba e senador Sergio Moro. Fotos: Globo/Reprodução e Wilson Dias/Arquivo/Agência Brasil. Arte: Portal de Prefeitura
O senador Sergio Moro (União) utilizou as redes sociais no domingo, 15 de fevereiro, para alfinetar tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como a apresentação da Acadêmicos de Niterói que teve como enredo "Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, contando a história do petista.
Em tom irônico, Moro diz que "faltou o carro da Odebrecht e do Sítio de Atibaia no desfile".
Veja a publicação do senador
"Faltou o carro da Odebrecht e do Sítio de Atibaia no desfile do Lula.
Foi um deprimente espetáculo de abuso do poder, com enaltecimento de Lula, sem escândalos de corrupção, e com ataques aos adversários, tudo financiado pelo Governo.
A Coréia do Norte não faria melhor".
A escola levou para a Marquês de Sapucaí uma homenagem direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acompanhou o desfile de um camarote.
Ao mesmo tempo, o desfile incorporou críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Um dos carros alegóricos exibiu um boneco gigante do palhaço Bozo caracterizado como presidiário, atrás de grades e com tornozeleira eletrônica. A representação foi repetida na comissão de frente, onde um integrante com faixa presidencial e caracterizado como o palhaço Bozo fazia gestos associados ao armamento civil, pauta defendida durante o governo anterior.
A narrativa apresentada na avenida exaltou a trajetória do petista, da origem humilde à Presidência da República, com referências à militância sindical e aos mandatos no Planalto. O público respondeu com gritos de apoio e bandeiras com o nome e o rosto do presidente, especialmente nos setores mais populares do sambódromo.
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, esteve na Sapucaí ao lado do presidente, mas não desfilou, apesar da expectativa inicial. O espaço no último carro ficou com a cantora Fafá de Belém. Em determinado momento, Lula desceu à pista acompanhado do prefeito Eduardo Paes e cumprimentou integrantes da escola.
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Em comum, os expositores disseram que os acordos com empresas de apostas foram celebrados tendo como base as regras em vigor à época.
O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são "um problema de saúde pública". Ele ainda afirmou ter formado "a percepção de que as bets devem ser banidas".
Gratificações individuais variam de R$ 149,68 a R$ 10.222,32; profissionais podem contestar os valores nos dias 3 e 4 de novembro.
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