Humberto Costa. Foto: Portal de Prefeitura
O senador Humberto Costa (PT-PE), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira, 4 de setembro, comemorou os indicativos de crescimento econômico do Brasil.
Segundo o parlamentar, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 1,4% no segundo trimestre de 2024, superando as expectativas do mercado. Ele mencionou a recuperação da indústria como um dos fatores desse desempenho, além do aumento do consumo das famílias.
Humberto também citou a taxa de desemprego no Brasil, que caiu para 6,8% no trimestre encerrado em julho de 2024, de acordo com dados do IBGE. Ele ainda destacou o impacto positivo dos programas sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida, na recuperação econômica e na redução da pobreza.
"É um dado animador, que aponta para um crescimento sólido que só surpreende realmente quem torce contra o Brasil. É um indicador que mostra, ainda, o aumento do consumo das famílias, consequência direta da melhora do ambiente social e também do poder de compra cada vez mais elevado das pessoas para assegurarem o seu sustento e a sua dignidade", ressaltou.
O senador lembrou que, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a previsão é que em breve o Brasil saia do mapa da fome, "graças às ações do governo para combater a extrema pobreza". Humberto ainda ressaltou que o Brasil já é a oitava maior economia do mundo e o sexto país que mais cresce.
"Se o Brasil está crescendo com baixa inflação, é porque estamos fazendo os ajustes onde eles devem ser feitos, e não tenho dúvida de que temos capacidade suficiente para fechar este ano de 2024 com o PIB crescendo em até 3%, como já atestam algumas previsões. Acabamos com a lógica de apertar o garrote sobre os mais pobres, uma prática abominável que só derruba o consumo e os investimentos, porque ninguém quer investir em um lugar onde ninguém compra", analisou.
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Junto ao trenó de mais de 30 quilo, o atleta literalmente se joga de cabeça para encarar uma descida que chega a passar dos 120km/h.
A proposição busca frear a rápida expansão desse mercado, que tem gerado preocupação pelo impacto nas finanças e na saúde mental dos brasileiros.
De acordo com o regulamento, a quantidade de recargas gratuitas de 13 kg será de quatro por ano para famílias de duas a três pessoas; para as famílias com quatro ou mais pessoas, será de seis ao ano.
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