Lula e Bolsonaro em debate no ano de 2022. Foto: Reprodução
Em seu perfil no Instagram, nesta quinta-feira, 3 de outubro, o ex-presidente Jair Bolsonaro fez uma publicação criticando o governo do presidente Lula (PT) por sua atuação em favor da liberação dos cassinos no Brasil, após a flexibilização de questões sobre o consumo de maconha e a facilitação do aborto.
"Quando deixamos o governo, as portas do inferno se abriram", declarou Bolsonaro.
Ele fez questão de recordar que, durante seu governo, sempre foi contra qualquer proposta que liberasse jogos de apostas, afirmando que as apostas geram endividamento da população e, consequentemente, depressão.
"Sempre disse que, caso o Congresso aprovasse, o projeto seria vetado", afirmou o ex-presidente.

No domingo, 22 de setembro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em encontro com apoiadores no município de Valparaíso, em Goiás, disse acreditar que o Brasil voltará a ser comandado por um político de direita.
"Temos certeza que uma pessoa conservadora de direita voltará a comandar este país a partir de 2027", declarou o ex-presidente.
O ex-presidente foi a cidade para participar de uma carreata promovida pela candidata à Prefeitura de Valparaíso de Goiás, Maria Yvelônia (Solidariedade). Em seu discurso para apoiadores, Bolsonaro fez questionamentos sobre as eleições de 2022, na qual Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu eleito presidente da República.
"Tenho certeza que eu sou o ex mais amado do Brasil. Mas esse divórcio não foi feito por vocês. Esse divórcio não foi o povo que fez", afirmou Bolsonaro.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, também esteve presente e fez criticas aos opositores.
“Aqueles que pregam a tolerância, a pacificação, eles são os verdadeiros intolerantes”, disse Michelle Bolsonaro.
Além de Bolsonaro e da ex-primeira-dama, compareceram ao evento a vice-governadora do Distrito Federal Celina Leão, a Senadora Damares Alves (PP), os deputados distratais Thiago Manzoni (PL), Daniel de Castro (PP) e Pepa (PP).
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Mesmo com saldo positivo de 752 vagas formais em janeiro de 2026,um total de 23% das famílias recifenses ainda dependem de programas sociais.
No lugar, assumirá o secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), apelidado de Conselhão, Olavo Noleto.
O bairro sofre há décadas com enchentes e moradores enfrentam perdas materiais, problemas de saúde e vulnerabilidade social.
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