Eduardo Moura e Felipe Alecrim, vereadores do Recife pelo Novo. Foto: Divulgação
Os vereadores Eduardo Moura e Felipe Alecrim, ambos do partido Novo, trouxeram à tona uma denúncia envolvendo um imóvel alugado pela Prefeitura do Recife, localizado na Rua General Góes Monteiro, no bairro da Imbiribeira.
O espaço, destinado a funcionar como um distrito sanitário, estaria desocupado desde 2023, embora custe aos cofres públicos um valor mensal de R$ 18 mil.
De acordo com os parlamentares, o contrato de aluguel firmado pela gestão do prefeito João Campos (PSB) tem duração de 60 meses, resultando em um custo total de mais de R$ 1 milhão.
A dupla também apontou inconsistências no processo de contratação. Conforme explicaram, a justificativa inicial indicava que o imóvel deveria contar com quatro salas, mas o contrato descreve apenas três, levantando suspeitas sobre a transparência e regularidade do acordo.
Durante uma visita ao local, Eduardo Moura e Felipe Alecrim não encontraram nenhuma atividade sendo realizada. A frente do imóvel estava cheia de entulhos e de lixo.
“Estamos jogando fora R$ 1 milhão do dinheiro do pagador de imposto”, afirmou Felipe Alecrim.
Eduardo Moura, por sua vez, destacou que os recursos destinados ao aluguel são oriundos de repasses do governo federal para a Secretaria de Saúde do Recife.
Felipe Alecrim já anunciou que, na primeira sessão legislativa, pretende protocolar um pedido de informação oficial ao prefeito João Campos, solicitando esclarecimentos sobre as aparentes irregularidades no contrato.

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O ex-governador de Pernambuco afirmou que pode retomar as atividades na instituição após cumprir o período de quarentena previsto na legislação.
A fala do petista ocorre em meio a outras iniciativas que buscam atrair as mulheres. Uma delas é o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio.
O deputado era casado com a parlamentar Fernanda Melchionna, que também pertence à mesma sigla.
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