Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Ricardo Stuckert
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra que 51% dos eleitores desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45% aprovam. Outros 4% não souberam ou não responderam.
Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo. Não souberam ou não responderam 1%. Assim, as avaliações positivas somam 27%, ante 39% de negativas.
O levantamento também aponta que 52% dos entrevistados consideram que o Brasil está seguindo na direção errada, ante 30% que avaliam que o País caminha na direção certa. Para 15%, a direção não é nem certa nem errada, e 3% não souberam responder
Quando comparam a própria vida com a situação de dois anos atrás, 52% dizem estar na mesma condição. Outros 28% afirmam estar melhor, 9% "muito melhor" e 19% "um pouco melhor", enquanto 19% dizem estar pior, sendo 11% "um pouco pior" e 8% "muito pior".
A pesquisa também mediu o grau de continuidade ou mudança desejado pelos eleitores. Para 32%, o Brasil precisa mudar completamente a maneira como está sendo governado, enquanto 26% defendem mudanças importantes. Outros 25% preferem manter o caminho atual e 15% querem apenas alguns ajustes, preservando a maior parte da atual direção.
O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, tem margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.
Estadão Conteúdo
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O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A campanha petista havia solicitado a abertura de uma apuração sobre o episódio por suspeita da prática dos crimes de abuso de poder e abuso de autoridade.
Candidato do Missão classificou decisão do ministro como "ilegal" e "persecutória" e afirmou que não pretende desistir da disputa.
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