Silas Malafaia convoca ato nacional em defesa de Bolsonaro Joédson Alves/Agência Brasil
O pastor Silas Malafaia convocou um novo ato nacional intitulado “Reaja, Brasil”, marcado para o próximo 3 de agosto, em diversas capitais do país. A mobilização tem como principal objetivo defender o ex-presidente Jair Bolsonaro e criticar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo Malafaia, estariam prejudicando de forma injusta o ex-chefe do Executivo.
“Desta vez, não são os políticos que convocam o povo. É o povo que convoca os políticos”, declarou o pastor, ao anunciar a mobilização. A expectativa é de forte adesão popular, especialmente entre apoiadores de Bolsonaro e representantes de setores religiosos.
Apesar de ser o principal nome defendido no ato, Jair Bolsonaro não poderá comparecer ao “Reaja, Brasil”. Desde o dia 18 de julho, o ex-presidente está submetido a medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Entre as restrições, estão o uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, e a proibição de uso de redes sociais. Bolsonaro também não pode manter contato com diplomatas, réus de investigações em curso e outras autoridades envolvidas nos processos.
As medidas fazem parte de um inquérito que investiga se Bolsonaro teria incentivado governos estrangeiros a adotarem sanções contra autoridades brasileiras e o próprio STF.
No vídeo de convocação do ato, Silas Malafaia fez duras críticas ao Judiciário, especialmente ao Supremo, comparando o tratamento recebido por Bolsonaro ao que foi dado ao presidente Lula. Segundo ele, existe “dois pesos e duas medidas” no sistema judicial, com perseguição política dirigida à direita.
A manifestação “Reaja, Brasil” tem como pautas principais a defesa da liberdade de expressão, a rejeição ao que os organizadores consideram perseguição judicial e a solidariedade a Jair Bolsonaro, que é apontado como alvo de medidas desproporcionais.
A mobilização representa mais do que uma simples manifestação de apoio. Ela marca um novo momento da atuação da base bolsonarista, que une forças religiosas, políticas e sociais para defender seu principal líder.
O ato também ocorre num momento delicado, com o ex-presidente submetido a restrições inéditas e investigado por envolvimento em possíveis articulações internacionais que colocariam em risco a soberania institucional brasileira.
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A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
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