O antecessor na pasta da Segurança Pública afirmou que maior parte dos investimentos em segurança são dos Estados.
14 de janeiro de 2020 às 11:15
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil[/caption]
Raul Jungmann, que foi antecessor de Sergio Moro na pasta da Segurança Pública, disse nesta terça-feira (14), em entrevista à Rádio Jornal, que o mérito na redução da criminalidade é dos estados. “Nem o governo anterior nem o atual. Constitucionalmente, quem cuida da segurança pública são os governos estaduais”,argumentou ele.
O desentendimento entre o atual ministro e o anterior começou pelo Twitter, há cerca de dez dias, quando Moro publicou: “Crimes caíram em todo o país em percentuais sem precedentes históricos em 2019. Leio de alguns “especialistas” em segurança pública que o Gov Federal não tem nada a ver com isso”.
De acordo com o ex-ministro, as gestões estaduais são os responsáveis por 85% dos investimentos em segurança pública e disse que estados têm forças policiais com atribuições específicas para prevenir e combater homicídios. “Não é atribuição do governo federal lidar com os homicídios”.
Jungmann aproveitou para enumerar ações desenvolvidas durantes seu comando na pasta. “É uma questão de honestidade. No governo anterior, colaboramos, sim. Criamos o Susp [Sistema Único de Segurança Pública], investimos dinheiro das loterias para segurança. Mas o protagonismo é efetivamente dos estados”, disse.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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