Pesquisa da Quaest de segundo turno ao Governo de Pernambuco. (Arte: Portal de Prefeitura)
A governadora Raquel Lyra (PSD) aparece à frente do prefeito do Recife, João Campos (PSB), em uma simulação de segundo turno para o Governo de Pernambuco. É o que aponta a pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira, 25 de agosto, encomendada pela TV Globo.
No cenário testado pelo instituto, Raquel registra 47% das intenções de voto, enquanto João Campos aparece com 37%.
Outros 9% dos entrevistados se declararam indecisos, e 7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois candidatos.
A diferença entre os dois principais nomes é de dez pontos percentuais. O resultado mostra vantagem da governadora na simulação de uma eventual disputa direta contra o prefeito da capital pernambucana.
O levantamento também buscou identificar a preferência dos eleitores em relação ao perfil político do próximo governador, especialmente sobre uma eventual proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou com o senador Flávio Bolsonaro.
Segundo a pesquisa, 50% dos entrevistados afirmam preferir que o próximo governador de Pernambuco seja um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 29% dizem que gostariam de um governador independente, sem alinhamento com os principais grupos políticos nacionais.
Já 17% preferem que o governador eleito seja aliado de Flávio Bolsonaro. Outros 4% não souberam ou não responderam.
A pesquisa também perguntou diretamente qual seria o impacto do apoio de Lula na decisão de voto. Para 34% dos entrevistados, o apoio do presidente aumenta a possibilidade de votar em determinado candidato.
Para 44%, porém, o apoio de Lula não mudaria a escolha eleitoral. Outros 18% afirmam que a manifestação de apoio diminuiria a chance de votar no candidato apoiado pelo presidente. Uma parcela de 4% não soube ou não respondeu.
O instituto fez a mesma pergunta sobre uma eventual declaração de apoio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nesse caso, 15% dos entrevistados disseram que o apoio aumentaria a chance de votar no candidato apoiado. Para 47%, a manifestação não faria diferença na decisão.
Por outro lado, 34% afirmaram que o apoio de Flávio Bolsonaro diminuiria a possibilidade de votar no candidato. Outros 4% não souberam ou não responderam.
Os números indicam diferenças na percepção dos eleitores sobre o peso dos apoios políticos. Enquanto o apoio de Lula é apontado como um fator positivo por 34% e negativo por 18%, o de Flávio Bolsonaro aumenta a intenção de voto para 15% e reduz para 34%.
A pesquisa Quaest ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi encomendado pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-07828/2026.
Os resultados representam a opinião dos entrevistados no período da coleta e podem sofrer alterações ao longo da campanha eleitoral até a votação.
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O levantamento foi encomendado pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-07828/2026.
De acordo com a decisão, o material informava que o candidato ao Governo de São Paulo usou dinheiro público para comprar drogas no âmbito do programa "De Braços Abertos".
"Eu convido que a gente se debruce sobre isso", emendou Dario Durigan durante participação em evento organizado pela revista Exame e o Movimento Brasil Competitivo (MBC).
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