O governo anunciou o fim do projeto na última quarta-feira (12) pelo presidente Lula (PT).
14 de julho de 2023 às 15:25
O encerramento do programa de Escolas Cívicos-Militares autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não acontecerá na prática na grande maiorias dos estados do Brasil Dos 27 estados do país, ao menos 19 pretendem permanecer ou readequar com o programa. O único que confirmou o fim foi Alagoas. 7 estados ainda não se pronunciaram sobre se vão ou não vão extinguir o programa. O governo anunciou o fim do projeto na última quarta-feira, 12 de julho, pelo presidente Lula (PT). Leia mais: >>>Renato Antunes quer adesão de Recife ao programa das escolas cívico militares As escolas Cívicos-Militares começou durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2019. Nele, profissionais civis eram responsáveis pela área pedagógica das escolas enquanto militares, policiais, bombeiros ou membros das Forças Armadas, tomavam conta da parte administrativa. Até o ano passado, segundo dados do Ministério da Educação, 200 escolas aderiram o projeto, com 120 mil alunos atendidos. A maiorias das unidades ficam na região Sul. Dos governadores que se posicionaram, os que foram mais firmemente sobre término do Pecim foram aqueles eleitos com apoio de Bolsonaro. A exemplo de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), governador de São Paulo, disse que vai alterar o decreto para regular seu próprio programa. Isso já acontece no estado de Santa Catarina, governado por Ibaneis Rocha, (MDB-DF), e em Santa Catarina, onde Jorginho Mello (PL), exaltou em suas redes sociais sobre o combate ao tráfico de drogas nas escolas. No Estado, o programa “Escola Segura” passou a funcionar no início de junho. Já os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Junior (PSD-PR) pretendam implementar um modelo parecido ao de Escolas Cívicos-Militares em seus respectivos estados. Porém, a vontade de continuar com o projeto não é só apenas de governadores alinhados a Bolsonaro. No Maranhão, o governador Carlos Brandão (PSB), eleito com o apoio do ministro da Justiça, Flávio Dino, defendeu as Escolas Cívico-Militares e pretende ampliar participação de militares a outros municípios do estado. Depois do anúncio do governo federal, seu vice Felipe Camarão (PT) disse em seu perfil do Twitter que o governo agiu corretamente.
“Não aceitamos a implantação no governo anterior. Temos o modelos de escolas militares, vinculadas à nossa PM e CB. Oito no total. Excelentes, por sinal. Mas seguem um modelo diferente do proposto pelo (des)governo anterior”, disse Felipe Camarão em suas redes sociais, perguntado por seguidores sobre as ações do governo estadual para acabar com o modelo implementado pelo MEC no governo anterior.
2
3
15:09, 03 Mar
29
°c
Fonte: OpenWeather
O parlamentar questiona a nomeação de um advogado para o cargo de procurador do município na cota destinada a pessoa com deficiência.
Muitos deles utilizam o espaço público como local de trabalho, oferecendo assessorias esportivas e acompanhando alunos em atividades ao ar livre.
O documento foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral e pede que o MPE investigue declarações feitas durante um ato político realizado no dia 1º de março, na Avenida Paulista.
mais notícias
+