Presidente Lula e Marília Arraes Foto: Divulgação/ X
A ex-deputada Marília Arraes tem se posicionado publicamente sobre a proposta do presidente Lula de mudar a data oficial da Independência do Brasil. Em vídeo divulgado no seu instagram, ela explica os motivos que fundamentam a iniciativa e ressalta a importância de reconhecer a verdadeira história do país.
Segundo Marília, a data tradicionalmente comemorada em 7 de setembro não reflete o processo real da independência brasileira. “Essa é a imagem que te ensinaram com o início de um Brasil independente. Mas enquanto Dom Pedro posava de herói lá no quadro, o povo da Bahia morria para expulsar o exército português”, afirmou. Ela lembra que, na verdade, os portugueses só deixaram o território brasileiro dois anos após o famoso “Grito do Ipiranga”, após uma intensa luta popular.
A ex-deputada destaca que o povo da Bahia, formado por negros, indígenas, mulheres e diversos grupos sociais, foi fundamental para a expulsão do exército português. “Negros e negras, indígenas, mulheres, gente que a história oficial, os livros, tentaram apagar, mas que é quem faz o Brasil de verdade”, disse Marília Arraes.
Para ela, a independência não foi obra de um príncipe, muito menos de Dom Pedro I, mas sim resultado da luta do povo brasileiro. “A nossa independência veio com luta, com sangue, com o povo. E está na hora de a gente contar essa história”, defende.
A proposta do presidente Lula busca mudar a data oficial para o dia 2 de julho, data que marca a expulsão definitiva das tropas portuguesas da Bahia, considerada uma vitória simbólica e histórica do povo brasileiro contra o domínio colonial. “Se tem alguma data para a gente comemorar a liberdade, a data é essa”, reforça Marília.
O tema vem ganhando espaço no debate público e no Congresso Nacional, onde a proposta de mudança da data da Independência está em análise. O objetivo é valorizar a participação popular e trazer à tona uma história mais plural e inclusiva do Brasil.
Com a fala de Marília Arraes, o assunto resgata vozes que ficaram à margem da narrativa oficial e propõe uma reflexão sobre a importância de reconhecer todas as contribuições para a construção do país.
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