Presidente do PT pede a Haddad que dispute o Governo de SP contra Tarcísio. Foto: Divulgação
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, afirmou no sábado, 23 de agosto, em Brasília, que as principais lideranças da legenda precisam assumir papel político direto nas eleições de 2026.
A fala ocorreu durante a eleição para a Executiva Nacional do partido. Segundo o presidente do PT, a estratégia tem como objetivo fortalecer os palanques em diferentes estados e ajudar a consolidar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição.
Edinho destacou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deve estar entre os nomes com “missão eleitoral”. De acordo com o petista, Haddad reúne peso político suficiente dentro e fora do PT e poderia disputar qualquer cargo no país.
“Por acreditarmos que as eleições de 2026 vão exigir muito de nós, as nossas principais lideranças terão que cumprir o papel eleitoral. As nossas lideranças sabem disso”, disse.
Na avaliação do presidente do partido, a presença de nomes já reconhecidos nacionalmente deve fortalecer a estratégia petista em estados onde o PT pretende ampliar espaço político. Ainda durante a fala, Edinho reforçou que a orientação não se limita a Haddad.
“Não fizemos nenhuma conversa específica, mas eu não tenho nenhuma dúvida de que não só o ministro Fernando Haddad, que é uma liderança de primeira grandeza do PT e que hoje tem condições de disputar qualquer eleição no nosso país, como todas as demais lideranças, terão que ter missão eleitoral em 2026”, afirmou.
A ideia já havia sido antecipada pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Na sexta-feira (22), também em Brasília, ela defendeu que todos os petistas que hoje ocupam cargos no governo federal disputem as eleições de 2026.
Gleisi destacou que essa é uma forma de fortalecer a base política de Lula e, ao mesmo tempo, ampliar a presença do PT no Congresso Nacional. A ministra citou inclusive o próprio nome como exemplo de quem pode concorrer.
Apesar da pressão dentro do partido, Fernando Haddad tem demonstrado resistência em disputar as eleições de 2026. O ministro, que atualmente comanda a política econômica do país, já sinalizou em mais de uma ocasião que pretende continuar à frente da Fazenda e que não tem interesse imediato em buscar um cargo eletivo. Ainda assim, lideranças do PT consideram que sua presença em um palanque estadual ou até mesmo nacional pode se tornar inevitável no próximo pleito.
Caso decida concorrer, Haddad terá que deixar o cargo de ministro seis meses antes da data do primeiro turno, conforme prevê a legislação eleitoral. Isso significa que, em caso de candidatura, ele precisaria se desligar da Fazenda no início de abril de 2026.
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