Emmanuel Macron está determinado a transformar um desejo antigo em realidade, que é incorporar o aborto como um procedimento constitucional em seu país.
03 de novembro de 2023 às 18:28
Expressando seu desejo pela aprovação da proposta, o presidente da França também declarou: "Em 2024, a liberdade das mulheres de realizar um aborto será irreversível." Sem necessidade de referendo De acordo com o jornal alemão "Frankfurter Allgemeine Zeitung" (FAZ), Macron está buscando evitar a realização de um referendo proposto pelo partido de esquerda LFU. Com essa ação, Macron frustrou a possibilidade de um referendo que, na visão do governo, teria dado "atenção excessiva" aos oponentes do aborto, conforme relatado pelo FAZ. A objeção de Macron ao referendo parece estar relacionada ao fato de que as emissoras de rádio e televisão dariam o mesmo tempo de exposição para ambos os lados, tanto os contrários quanto os favoráveis ao aborto. Na França, o aborto foi legalizado por lei em 1975, mas não está incorporado à constituição do país, o que Macron pretende fazer. 'Legislação não reduz traumas' Em uma entrevista exclusiva ao Guiame, a psicóloga Marisa Lobo abordou os traumas e outras consequências que o aborto pode causar às mulheres, e citou exemplos de mulheres que optaram por não abortar e consideraram essa decisão a melhor saída.
"Quando uma mulher realiza um aborto, os traumas que surgem estão relacionados à culpa de tirar a vida de um ser inocente, que ela reconhece como tal, e não ao procedimento em si. Legalizar esse ato não fará com que a mulher se sinta menos culpada", afirmou.
E continuou: "Essa culpa depende da história de vida da mulher, de seus valores e princípios, e não do procedimento em si. Muitas mulheres optam pelo aborto por falta de apoio do parceiro e da família, por exemplo, e o fazem em um momento de impulso, tendendo a se arrepender posteriormente." Marisa Lobo, colunista do Guiame, também mencionou que "após o aborto, algumas mulheres têm pensamentos suicidas - não por terem feito um aborto legal ou ilegal, mas sim por terem tirado uma vida que fazia parte da delas - isso é o que as pessoas que defendem o aborto negligenciam: o amor próprio e o amor ao próximo." Da redação do Portal com Informações do site Guiame
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Aliado do presidente americano, Darren Beattie é o responsável pelos assuntos ligados ao Brasil.
O deputado federal também criticou a direção estadual do partido, questionando o seu alinhamento.
O documento foi protocolado no Senado como parte de um movimento que cita suspeitas ligadas ao caso do banco Master como base para a iniciativa.
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