Com o apoio do Programa Bota pra Andar, desenvolvido para agilizar convênios firmados com municípios, a gestão articula o destravamento de pendências burocráticas.
Mirella Almeida recebe o ministro Jader Filho em Olinda. Foto: Divulgação
A prefeita Mirella Almeida disse que Olinda deu mais um importante passo para acelerar obras e serviços que vão transformar a vida de milhares de moradores. Com o apoio do Programa Bota pra Andar, desenvolvido para agilizar convênios firmados com municípios, a gestão articula o destravamento de pendências burocráticas, com a retomada de projetos estratégicos, em parceria com o Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal.
A solenidade de encerramento da edição ocorreu, nesta quinta-feira, 14 de agosto, na sede do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PE), contando com a presença da prefeita, Mirella Almeida; e do ministro das Cidades, Jader Filho.
Na prática, o programa busca garantir que recursos já assegurados cheguem mais rápido à população, com investimentos que somam R$ 87 milhões, distribuídos em três frentes de ação:
De acordo com Mirella Almeida, o Bota pra Andar representa muito mais do que um simples destravamento de papéis. É a oportunidade de unir forças com diferentes esferas de governo, acelerar obras e dar respostas concretas a demandas antigas da população.
“Quando o recurso sai do papel e chega às ruas, a cidade inteira ganha. O programa possibilita transformar agilidade em benefício real para o cidadão”, destacou a prefeita.
Já o ministro Jader Filho destacou o compromisso com o cronograma.
“Vamos estabelecer metas e responsabilidades, observando o que cabe à cada uma das partes envolvidas, para que essas obras aconteçam imediatamente”, disse o gestor. Também integraram a agenda de Olinda, a secretária de Obras, Cláudia Peregrino; e o secretário executivo de Habitação, Pedro Guerra.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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