União Progressista em Pernambuco. Foto: Divulgação
A resolução da Federação União Progressista, aprovada em convenção nacional, estabeleceu em seu Artigo 45, § 2º, que nos estados do Acre, Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, caberá ao Progressistas a indicação da maioria dos membros das Direções Estaduais.
Em Pernambuco, o Progressistas terá direito a indicar cinco titulares e dois suplentes, enquanto o União Brasil ficará responsável pela indicação de dois titulares e dois suplentes.
Na prática, isso garante ao PP o comando da Federação no estado e consolida seu papel de liderança no cenário político pernambucano.
Essa posição estatutária fortalece de forma decisiva o presidente estadual do Progressistas, que passa a ser o condutor natural da União Progressista em Pernambuco.
O protagonismo conquistado amplia a força política do partido e coloca seu presidente como o nome mais viável para representar a Federação na disputa pelo Senado Federal em 2026.
Com legitimidade assegurada e respaldo da direção nacional, o Progressistas assume em Pernambuco não apenas a condução da Federação, mas também a dianteira no jogo sucessório que se avizinha.
O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) assumirá a presidência da União Progressista em Pernambuco, conforme confirmado pela direção nacional da federação partidária. A definição já havia sido acertada nas negociações iniciais para a formação da federação entre Progressistas (PP) e União Brasil .
O partido Progressistas terá direito a indicar cinco cargos na direção da União Progressista em Pernambuco, incluindo a presidência e mais quatro titulares, além de dois suplentes. O União Brasil ficará com dois titulares e duas suplências. Miguel Coelho, presidente estadual do União Brasil, foi confirmado como vice-presidente da federação no estado.
Durante a convenção, os partidos formalizaram a distribuição das direções estaduais da União Progressista. O Progressistas ficará responsável pelo controle da federação em nove estados: Acre, Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Piauí, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco. Já o União Brasil comandará as federações nos demais estados brasileiros.
A composição foi construída com base em acordos internos e no equilíbrio de forças entre as duas legendas, levando em consideração a representatividade de cada sigla em diferentes regiões do país.
Com a junção das bancadas, o Progressistas e o União Brasil passam a formar o maior bloco de parlamentares da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Juntos, os partidos somam 13 deputados estaduais: oito do PP e cinco do União Brasil.
No Congresso Nacional, a representação conjunta das legendas também se destaca. A bancada federal pernambucana da nova federação contará com seis deputados: três de cada partido. Em nível nacional, a União Progressista reunirá 109 deputados federais e 15 senadores, consolidando-se como uma das principais forças políticas do país.
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