A investigação teve início após uma organização não governamental (ONG) abrir notícia-crime sobre a existência de uma página na internet, pela qual o investigado vinha comercializando os itens.
Polícia Federal prende homem que vendia itens nazistas. Foto: Polícia Civil/ RJ
Um homem de 70 anos, que não teve a identidade divulgada, foi preso na terça-feira, 15 de abril, pela Polícia Federal (PF) por comercializar, pela internet, objetos contendo símbolos nazistas.
A Operação Lembrança Ingrata teve a finalidade de apurar a prática do crime de apologia ao nazismo.
Os agentes federais da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (Deleciber)) cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, no bairro de Botafogo, zona sul do Rio. O mandado judicial foi expedido pela 8ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro.
A investigação teve início após uma organização não governamental (ONG) abrir notícia-crime sobre a existência de uma página na internet, pela qual o investigado vinha comercializando emblemas, ornamentos, distintivos, bandeiras, revistas, uniformes e outros objetos contendo a cruz suástica ou gamada, para divulgação do nazismo.
Em nota, a PF informou que, após análise de dados digitais e outras diligências que resultaram na identificação do alvo da operação, confirmou que o homem seguia comercializando os produtos com apologia ao nazismo.
A Polícia Federal informou ainda que durante o cumprimento do mandado, os policiais federais "apreenderam na residência do investigado bandeira, revistas, breves e moedas com a cruz suástica, o que resultou na sua prisão em flagrante". Ele responderá pelo crime de apologia ao nazismo, com pena, caso condenado, de cinco anos de reclusão, além de multa.
Um jovem de 19 anos foi preso no dia 26 de março, no bairro Vila Sabrina, zona norte de São Paulo, por discriminação com simbologia nazista e armazenamento de conteúdo sexual infantil.
Jean Kennedy de Souza foi detido em flagrante na casa dos seus pais, após um mandado de busca e apreensão. No local foram encontrados diversos itens que fazem apologia ao nazismo, como bandeiras, quadros, braçadeiras, correntes, chaveiros e broches — além de duas edições do Minha Luta, livro autobiográfico de Adolf Hitler usado para a disseminação de ideias antissemitas.
Segundo a Polícia Civil, ele era investigado desde 2024. De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública, o caso foi registrado como cumprimento de mandado de busca e apreensão, praticar a discriminação e adquirir, possuir ou armazenar conteúdo sexual no 28° Distrito Policial (Freguesia do Ó).
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A suspeita surgiu após investigadores identificarem uma coincidência entre repasses feitos pelo "Careca do INSS" a uma empresa ligada a uma amiga do filho do presidente.
Esquema envolvia obtenção de provas, envio de respostas e intermediação de gabaritos. De acordo com a PF, o grupo teria atuado em diferentes seleções.
O detido encontra-se em processo final de exclusão dos quadros da corporação. Contra ele, haviam dois mandados de prisão preventiva.
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