O criminoso, que não teve o nome divulgado, é natural de Bom Conselho, no Agreste de Pernambuco, e morava em Arapiraca (AL).
02 de abril de 2025 às 14:48 - Atualizado às 15:15
PF prende homem no Aeroporto do Recife ao tentar embarcar com mais de 2 quilos de cocaína Foto: Divulgação/Polícia Federal-PE
Um homem de 25 anos foi preso pela PF, no Recife, tentando embarcar para Portugal, com 2,4 quilos de cocaína.
A prisão em flagrante aconteceu no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes-Gilberto Freyre na segunda-feira (1º), mas foram divulgadas pela Polícia Federal (PF) apenas nesta terça-feira (2).
Por volta da meia-noite, ele foi preso durante uma fiscalização de rotina da PF para reprimir o tráfico internacional e nacional de drogas entre outros tipos de crime praticados no aeroporto.
Através de um aparelho de raio x, policiais federais encontraram a cocaína dentro de três garrafas de rum que estavam na mala do passageiro.
O criminoso, que não teve o nome divulgado, é natural de Bom Conselho, no Agreste de Pernambuco, e morava em Arapiraca (AL). Ele trabalhava como atendente de lanchonete e não possui antecedentes criminais.
Assista vídeo:
Em nota sobre esse caso, a Polícia Federal também informou que:
na presença do passageiro, a mala foi aberta e, dentro das garrafas de rum, havia uma substância pastosa que passou pelo narcoteste, com resultou positivo para cocaína;
além da droga, também foram apreendidos um celular e 935 euros, o que corresponde a R$ 5.768;
do aeroporto, o homem preso foi levado à Superintendência da Polícia Federal, no Bairro do Recife, no Centro da cidade, onde foi autuado por tráfico internacional de drogas;
no interrogatório, o preso disse que pegou a cocaína na Bolívia e que receberia 2 mil euros por transportar a droga;
após passar por audiência de custódia, ele foi liberado e responderá ao processo em liberdade;
caso seja condenado, o homem pode receber penas que variam de 5 a 20 anos de reclusão.
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Segundo a PF, o político teria vazado informações sigilosas sobre a investigação que envolve o deputado estadual TH Joias.
Segundo as autoridades, as pessoas envolvidas no crime utilizavam empresas para movimentar altos valores ilícitos, com a realização de operações financeiras de alto valor.
A suspeita surgiu após investigadores identificarem uma coincidência entre repasses feitos pelo "Careca do INSS" a uma empresa ligada a uma amiga do filho do presidente.
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