Agente da PF durante operação. Foto: PF/Divulgação
Uma operação da Polícia Federal de Alagoas desarticulou uma associação criminosa envolvendo uma empresa do Recife suspeita de desviar R$ 300 mil do Governo Federal. O dinheiro deveria financiar projetos culturais e ações sociais voltadas ao apoio de dependentes químicos em Alagoas.
De acordo com a PF, a empresa recifense atuava em conjunto com organizações sociais alagoenses. As investigações apontam que o grupo inseriu dados falsos e fraudou Termos de Fomento no Ministério da Cultura, possibilitando o desvio dos recursos públicos.
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão no Recife, Jaboatão dos Guararapes e Gravatá, em Pernambuco. As equipes apreenderam cerca de R$ 400 mil, quantia que, segundo a PF, foi obtida ilegalmente pelos investigados.
Os suspeitos respondem por estelionato majorado contra a União, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Eles já foram indiciados, e as investigações seguem em andamento pela Polícia Federal de Alagoas.
A operação foi batizada de “Desfomento”, em referência ao impacto das ações do grupo, que desviou recursos que deveriam ser destinados a iniciativas sociais.
A PF de Alagoas ficará a cargo das investigações e os suspeitos foram indiciados.
Uma decisão judicial afastou nesta terça-feira, 18 de novembro, o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, do comando da instituição por um período inicial de 60 dias.
A medida ocorre no contexto da operação da Polícia Federal que prendeu o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, e quatro diretores ligados à instituição financeira. O afastamento atinge também o diretor-executivo de finanças e controladoria do BRB, Dario Oswaldo Garcia Junior.
Segundo o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), Paulo Henrique Costa estava nos Estados Unidos no momento da decisão. O afastamento foi comunicado pelo próprio banco, que informou que cumpriria integralmente a determinação judicial enquanto segue fornecendo informações às autoridades.
A PF cumpre sete mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.
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Ele estava internado no Hospital João XXIII, em Minas Gerais, para onde foi levado após ser preso no âmbito de uma investigação que apura um suposto esquema bilionário de fraudes.
Alvo da Operação Compliance Zero, pastor e advogado é investigado por suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro e manipulação financeira.
O banqueiro também mantinha interlocução próxima com dois servidores que ocupavam posições estratégicas no Banco Central (BC).
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