Penitenciária Federal de Mossoró. Foto: Depen/Divulgação
A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Red Dots na manhã desta terça-feira, 11 de março.
As diligências miram suspeitos de prestarem apoio a fugitivos da Penitenciária de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
De acordo com as investigações, há suspeitas dos crimes de organização criminosa armada, tráfico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro, tortura e homicídio.
Segundo a PF, há mais de 200 agentes cumprindo 14 mandados de prisão preventiva, além de 13 mandados de prisão temporária e 31 de busca e apreensão. Além da PF, participam da operação agentes da Polícia Civil, Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal.
Os endereços visados são nas cidades potiguares de Natal, Mossoró, Baraúna, Assu e Pedro Avelino, além de Aquiraz, no Ceará, e Rio de Janeiro (RJ).
Também houve bloqueio judicial do patrimônio dos investigados. A estimativa é que até R$ 22,5 milhões tenham sido congelados.
Dois detentos da Penitenciária Federal de Mossoró fugiram da unidade em 13 de fevereiro de 2024. Deibson Cabral Nascimento e Rogerio da Silva Mendonça são ligados ao Comando Vermelho (CV) e foram recapturados em Marabá, no Pará, 50 dias após a fuga.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública concluiu seu relatório sobre o caso em abril passado.
De acordo com o parecer da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) do Ministério, não foram constatados indícios de corrupção de servidores da penitenciária, mas houve falhas nos procedimentos de segurança. Dez servidores foram responsabilizados.
Estadão Conteúdo
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Segundo a PF, o político teria vazado informações sigilosas sobre a investigação que envolve o deputado estadual TH Joias.
Segundo as autoridades, as pessoas envolvidas no crime utilizavam empresas para movimentar altos valores ilícitos, com a realização de operações financeiras de alto valor.
A suspeita surgiu após investigadores identificarem uma coincidência entre repasses feitos pelo "Careca do INSS" a uma empresa ligada a uma amiga do filho do presidente.
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