Policiais cumpriram 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva além de outras medidas cautelares, em quatro estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Minas Gerais, além do Distrito Federal.
Operação da Polícia Federal (Foto: Divulgação)
Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18), nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de descontos ilegais de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).
Policiais cumpriram 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva além de outras medidas cautelares, em quatro estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Minas Gerais, além do Distrito Federal.
A operação tem autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).
O secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo Portal, Romeu Carvalho Antunes, filho de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS" e Eric Fidélis, filho do ex-diretor de Benefícios do INSS, André Fidelis, foram presos na ação.
O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, também está entre os investigados na nova etapa da operação.
Weverton é vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atua como relator de temas de grande relevância no Senado, entre eles a indicação de Jorge Messias ao STF e a proposta de revisão da Lei do Impeachment.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comentou na última segunda-feira, 15 de dezembro a menção ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, um dos filhos do presidente Lula (PT) no contexto das investigações que apuram irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A citação surgiu a partir do depoimento de um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
Segundo o relato, o lobista teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões ao filho do presidente da República, além de manter o repasse de uma suposta “mesada” no valor aproximado de R$ 300 mil.
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Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.
Adriana Albuquerque assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da PF no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado.
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