Oruam em foto na prisão. Foto: Reprodução
A Polícia Federal (PF) foi comunicada para prender o rapper Oruam caso ele tente deixar o país. O artista, filho do traficante Marcinho VP, é considerado foragido após violar as diretrizes do uso da tornozeleira eletrônica. As informações são do site Metrópoles.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao rapper, decisão que resultou na expedição de um mandado de prisão preventiva.
De acordo com a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, o passaporte de Oruam está recolhido em cartório da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro justamente para impedir que ele deixe o país.
Oruam passou a ser considerado foragido após violar a tornozeleira eletrônica 28 vezes em um intervalo de 43 dias, entre setembro e novembro do ano passado. Diante da possibilidade de fuga, inclusive por rotas terrestres, a Polícia Federal acompanha o caso.
Ainda segundo o Metrópoles, há a suspeita de que o rapper esteja no Rio de Janeiro com apoio de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Ele é investigado pela polícia fluminense por associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.
A defesa de Oruam informou que o cantor não deve se apresentar à Justiça nos próximos dias após ter o habeas corpus revogado e um novo pedido de prisão decretado na quarta-feira, 3 de fevereiro.
A juíza Tula Corrêa de Melo, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, expediu o mandado de prisão preventiva.
O motivo foi o descumprimento reiterado no monitoramento eletrônico e deixando a bateria da tornozeleira eletrônica descarregar por períodos longos.
Para a Corte, tal ação inviabilizou a fiscalização judicial e demonstrou risco concreto à ordem pública e aplicação da lei penal.
A decisão foi assinada e, poucos minutos depois, o mandado de prisão foi encaminhado à 16ª Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do RJ.
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Ele estava internado no Hospital João XXIII, em Minas Gerais, para onde foi levado após ser preso no âmbito de uma investigação que apura um suposto esquema bilionário de fraudes.
Alvo da Operação Compliance Zero, pastor e advogado é investigado por suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro e manipulação financeira.
O banqueiro também mantinha interlocução próxima com dois servidores que ocupavam posições estratégicas no Banco Central (BC).
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