Jair Bolsonaro admite ter utilizado ferro de solda. (Fotos: Lula Marques/Agência Brasil e Reprodução/ Redes Sociais)
Em vídeo divulgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mostra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmando a uma agente da Polícia Federal ter utilizado ferro de solda para violar a tornozeleira eletrônica na madrugada (confira o vídeo abaixo).
Segundo a corporação, o alarme da tornozeleira disparou às 0h07. Imediatamente, a equipe que faz a segurança de Bolsonaro foi acionada pela Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal, responsável pelo aparelho.
A chamada foi feita pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), órgão responsável pelo monitoramento do dispositivo.
A escolta de Bolsonaro confirmou a violação e realizou a troca da tornozeleira às 1h09. Bolsonaro afirmou ter utilizado material de soldagem para romper o aparelho no fim da tarde da sexta (21).
A Seape-DF ainda elabora um relatório detalhado sobre o episódio, e a Polícia Federal apura diferentes hipóteses para entender o motivo da ação.
Integrantes da PF classificaram o caso como de “enorme gravidade”, destacando que não se tratou de falha casual, como bateria descarregada, mas de uma ruptura intencional. O objetivo da violação ainda está sob investigação.
De acordo com o G1, a defesa do ex-presidente deve alegar que Bolsonaro rompeu a tornozeleira durante um surto, buscando afastar a interpretação de tentativa de fuga, hipótese que poderá ser analisada pela perícia da PF.
Os aliados políticos de Jair Bolsonaro (PL) reagiram à ordem de prisão preventiva do ex-presidente expedida no início da manhã deste sábado, 22 de novembro.
O pedido da prisão foi feito pela Polícia Federal (PF), que solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, uma ordem de prisão a Bolsonaro, que teve como justificativa a garantia da ordem pública.
Na sexta-feira, 21, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) havia convocado uma vigília em apoio ao ex-presidente. A PF avaliou que o ato representava risco para participantes e agentes policiais, com aglomeração.
Além disso, havia o temor de risco para o próprio ex-presidente. Após o anúncio da prisão preventiva de Bolsonaro, os aliados do ex-presidente começaram a se manifestar em suas redes sociais.
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A suspeita surgiu após investigadores identificarem uma coincidência entre repasses feitos pelo "Careca do INSS" a uma empresa ligada a uma amiga do filho do presidente.
Esquema envolvia obtenção de provas, envio de respostas e intermediação de gabaritos. De acordo com a PF, o grupo teria atuado em diferentes seleções.
O detido encontra-se em processo final de exclusão dos quadros da corporação. Contra ele, haviam dois mandados de prisão preventiva.
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