Pernambuco, 13 de Fevereiro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

PICANHA teve queda de 6,5% e carnes chegam a quase 6% mais baratas em 2023, diz IPCA

Devido a pandemia, preço das carnes aumentaram em disparada. Com isso, o reduziu a compra das carnes vermelhas nos últimos anos.

27 de julho de 2023 às 14:17

Cortes como picanha, filé mignon, a alcatra, o contrafilé e outros tipo de carnes vendidos em supermercados e açougues tiveram uma queda nos seus preços. Idem as carnes de frango e porco. De acordo com o CNN Brasil, as informações foram confirmadas pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial de inflação do país: em 2023, o preço médio das carnes já caiu 5,9%. Já respectivas carnes de frango e porco tiveram uma queda de 2,4% e 5,8%. Leia mais: >>>Produção de petróleo bate recorde trimestral de 2,06 milhões de barris de óleo por dia A picanha, preferida pelos brasileiros para churrasco, teve uma redução de  6,5%. A alcatra e o filé mignon caíram 8%, e todos os outros 14 cortes bovinos que são acompanhados mensalmente pelo IPCA também tiveram alguma redução de preço desde o começo deste ano. Os números levam em consideração as variações acumuladas de janeiro até junho do IPCA. Veja a lista da variação de preços das carnes   [caption id="attachment_211118" align="aligncenter" width="943"] Fonte: IPCA/IBGE [/caption] Devido a pandemia, preço das carnes aumentaram em disparada. Com isso, o reduziu a compra das carnes vermelhas nos últimos anos. Devido a isso, produtores econtraram com os rebanhos em expansão, resultado da corrida de investimentos em reprodução que eles fizeram nesses anos, justamente, por conta dos bons preços da carne no mercado. “A preferência do brasileiro é pela carne bovina, mas, se ele não tem renda, ele não compra”, explica Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador de pecuária do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq, escola de agricultura da Universidade de São Paulo (USP).

“Então o consumo dela veio caindo desde 2021 e de 2022, devido aos preços muito altos. A China também está pagando menos, porque a crise foi em todo o mundo. Os frigoríficos estão pagando menos. E a produção cresceu. Então tem muita oferta, e os produtores ainda estão fazendo muita promoção.”

Os preços das carnes vêm diminuindo desde o início do ano passado, quando os altos valores começaram a pesar no bolso do consumidor e as vendas começaram a cair, segundo Thiago Bernardino. Esse valor vem caindo desde então, completando mais de um ano de quedas sucessivas. Entretanto, o valor está bem acima do que custava antes da pandemia. É 20% menos do que o maior preço a que a carne bovina chegou, marcado em março do ano passado: R$ 21,71 por quilo. Esse valor é mais caro do que custava em janeiro de 2020, único mês completo antes do começo da pandemia ter se estaurado no Brasil, antes da chegada do coronavírus ao país. Naquele mês, o quilo casado da carne estava em R$ 13,40. O valor atual (R$ 17,28/quilo), mesmo com as fortes reduções recentes, está ainda 30% acima do que custava no pré-pandemia.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

12:10, 13 Fev

Imagem Clima

27

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Agora É Rubem e João Campos.
Pergunta

"Vai ter puxadinho no concurso da Guarda?", questiona vereador do PSB que deixou base de João Campos

O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".

Ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.
Situação

Ministro Toffoli soma 25 pedidos de impeachment no Senado; três são ligados ao caso do Banco Master

O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.

Senador Flávio Bolsonaro.
Posição

Flávio Bolsonaro afirma que, se eleito, manterá Bolsa Família "enquanto as pessoas precisarem"

Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.

mais notícias

+

Newsletter