Lula e Flávio Bolsonaro. (Fotos: Ricardo Stuckert / PR e Jefferson Rudy/Agência Senado)
A Polícia Federal (PF) concluiu nesta sexta-feira, 26 de junho, que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu o crime de calúnia contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em postagem nas redes sociais.
A conclusão da PF consta no relatório final do inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar o caso.
A ação se trata da postagem feita por Flávio na rede social X, no dia 3 de janeiro deste ano, quando o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos.
Na publicação, o senador declarou: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas".
Na avaliação da PF, o senador imputou falsamente ao presidente os crimes citados.
"Fica claro, portanto, que o senador Flavio Bolsonaro, através de sua postagem, imputou falsamente ao presidente Lula o cometimento dos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de arma e lavagem de dinheiro, crimes estes expressamente tipificados em nosso ordenamento jurídico", disse a PF.
Após encerrar a investigação, a PF enviou o caso para providências do Supremo. O próximo passo será a remessa para a Procuradoria-Geral da República (PGR).
A nova pesquisa PoderData/Aya traçou um panorama do cenário político brasileiro atual a pouco meses das eleições presidenciais de 2026. O levantamento revela que os principais nomes associados à disputa nacional apresentam elevados índices de rejeição, reforçando um quadro de forte polarização entre os eleitores.
De acordo com os dados divulgados pelo instituto, 50% dos entrevistados afirmaram que não votariam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.
O percentual evidencia a resistência de uma parcela significativa do eleitorado ao atual chefe do Executivo, que poderá disputar a reeleição caso decida concorrer ao pleito.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em situação semelhante. Segundo a pesquisa, 48% dos entrevistados disseram que não votariam nele em nenhuma hipótese.
O resultado demonstra que, apesar de manter uma base de apoiadores consolidada, o parlamentar também enfrenta um nível elevado de rejeição entre os eleitores brasileiros.
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Durante sua participação na Rádio Jornal, nesta quarta-feira, 26 de agosto, a candidata detalhou como pretende atuar em algumas das principais decisões que passarão pela Casa nos próximos anos.
Os recursos poderão ser destinados a diagnóstico, tratamento, acompanhamento e assistência terapêutica multiprofissional, podendo ser direcionados a entidades, prefeituras e hospitais do estado.
Durante a caminhada, o candidato conversou com moradores e trocou experiências ao longo do trajeto. A movimentação também contou com a presença de pessoas que acompanham sua candidatura à Alepe.
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