12 de novembro de 2023 às 11:40
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Passos Rodrigues, afirmou neste sábado ao jornal O Estado de S. Paulo que a corporação busca comprovar tudo o que é dito em acordos de delação premiada, "independentemente da 'avaliação' ou de solicitações de outras agências".
A manifestação foi em resposta à declaração do subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, que classificou a colaboração do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como ainda frágil.
"A delação premiada, como meio de obtenção de provas, é ferramenta útil à investigação, e a PF corrobora sempre todo alegado, independentemente da 'avaliação' ou solicitações de outras agências", afirmou diretor-geral da PF, que reiterou a defesa do uso dos acordos de colaboração em investigações policiais.
O delegado disse ainda que, neste momento, a PF está em busca de provas que corroborem as informações prestadas na delação de Cid, independentemente de pedidos feitos pelo Ministério Público Federal para isso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
1
2
3
17:11, 06 Mar
29
°c
Fonte: OpenWeather
Dados extraídos do celular do banqueiro revelam que ele prestava contas ao ministro do STF sobre as negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito do inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.
Até o momento, não foram divulgados os nomes das pessoas supostamente envolvidas.
O veto aparece em uma das trocas de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro.
mais notícias
+