João Campos, prefeito do Recife. Foto: Divulgação/TV Cultura
Uma nova pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 6 de outubro, pela Simplex/CBN mostra que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), perdeu mais de 10 pontos percentuais desde fevereiro, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) apresenta crescimento constante na disputa pelo Governo de Pernambuco.
Em fevereiro, João Campos liderava com ampla vantagem, registrando 54% das intenções de voto. Em junho, essa porcentagem caiu levemente para 53,8%, mas a queda se intensificou nos meses seguintes. Em setembro, o índice do socialista caiu para 43,6%, configurando uma perda acumulada de mais de 10 pontos em apenas dois meses.
Em sentido oposto, Raquel Lyra vem registrando uma trajetória ascendente ao longo do ano. Ela iniciou 2025 com 19,3% das intenções de voto, subiu para 26% em abril, teve ligeira queda para 21,4% em junho, mas voltou a crescer e alcançou 29,3% em setembro. Esse avanço representa um ganho de 10 pontos percentuais desde o início do ano.
O levantamento divulgado nesta segunda (6) foi realizado em 139 municípios pernambucanos entre os dias 3 e 4 de outubro, onde foram escutados 1.066 eleitores por telefone. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com 95% de confiança.
João Campos (PSB): 43,6%
Raquel Lyra (PSD): 29,3%
Eduardo Moura (Novo): 5%
Ivan Moraes (Psol): 2,3%
Brancos e nulos somam 13,3%
Não sabem/não responderam somam 6,5%
Considerando apenas os votos válidos — modelo usado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das urnas —, João Campos aparece com 54,4%, e Raquel Lyra, com 36,5%. Eduardo Moura e Ivan Moraes têm 6,2% e 2,9%, respectivamente.
Em um cenário simulado de confronto direto entre João Campos e Raquel Lyra, o socialista teria 49% dos votos válidos, contra 32,4% da governadora. Branco e Nulo, 10,8%. Indecisos 7,8%.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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