O levantamento aponta também para uma disputa estabilizada neste momento. Na rodada anterior, em março, Lula tinha 40,3% e Flávio, 35%.
08 de abril de 2026 às 09:48 - Atualizado às 09:53
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Fotos: Valter Campanato/Agência Brasil e Edilson Rodrigues/Agencia Senado. Montagem: Portal de Prefeitura
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 40,4% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 37%, segundo pesquisa Meio/Ideia publicada nesta quarta-feira, 8. O resultado significa que os dois estão empatados tecnicamente. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.
Os dados são relativos ao cenário estimulado de primeiro turno, mas o empate técnico se repete no segundo turno: Flávio, com 45,8%, ultrapassa numericamente Lula, que tem 45,5%.
O levantamento aponta também para uma disputa estabilizada neste momento. Na rodada anterior, em março, Lula tinha 40,3% e Flávio, 35%, no primeiro turno - ambos oscilaram dentro da margem.
No segundo pelotão, três nomes estão empatados tecnicamente. Ronaldo Caiado (PSD) tem 6,5% e Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), registraram 3% das intenções de voto cada.
Indecisos são 8,5% e brancos e nulos, 1%. Aldo Rebelo (DC) tem 0,6%.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas entre os dias 3 e 7 de abril. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00605/2026-BRASIL.
Empate técnico com Flávio Bolsonaro à parte, Lula ganha de todos os outros demais candidatos no segundo turno. Ele tem seis pontos porcentuais de vantagem contra Caiado (45% a 39%) e contra Zema (44,7% a 38,7%).
A margem sobe para 18,6 pontos contra Renan Santos, a quem Lula venceria por 45% a 26,4%.
A Meio/Ideia detectou que os eleitores se tornaram mais indecisos na hora de definir em quem votar. Em janeiro, primeira rodada do levantamento, 64,5% diziam que estavam decididos e 35,5% respondiam que ainda poderiam mudar de voto.
Agora, os decididos caíram para 48,6%, enquanto os que declaram que ainda podem mudar subiram para 51,4%.
A pesquisa também aponta que a avaliação do governo estabilizou, ou seja, variou apenas dentro da margem de erro de 2,5 pontos porcentuais.
Questionados sobre o conceito que davam para o governo, 10,7% responderam "ótimo" (eram 12% no mês passado); 21,5% escolheram "bom" (eram 22,6%); "regular" foi a escolha de 19% (18,3%); "ruim" registrou 15% (16,3%) e "péssimo", 31,4% (29%).
O levantamento também perguntou qual é a maior ameaça à democracia brasileira: a mais citada, com 42,5%, foi a concentração de poder no Judiciário, seguida da corrupção na classe política, com 16,5%.
A maior parcela dos entrevistados, 41%, se declararam contra qualquer tipo de anistia, enquanto 32% são favoráveis à medida inclusive para Jair Bolsonaro (PL) e os militares. Outros 21% são a favor da anistia somente para os manifestantes e não os líderes do 8 de Janeiro. Não souberam responder somaram 6%.
Estadão Conteúdo
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