Presidente Donald Trump e o presidente Lula. Foto: Montagem Portal/Divulgação/Casa Branca/Agência Brasil
Uma pesquisa da Genial/Quaest, divulgada no dia 16 de julho, apontou que 55% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao fazer críticas ao mandatário americano durante a Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro.
No discurso, Lula declarou que considera “muito equivocado e muito irresponsável um presidente ficar ameaçando os outros em redes digitais”.
Segundo petista, existem “outros fóruns” mais adequados para esse tipo de comunicação entre líderes internacionais. A fala ocorreu em um dos principais momentos do evento internacional, que reuniu países emergentes e teve ampla cobertura da imprensa.
O levantamento mostra que, para a maioria dos entrevistados, o tom do presidente brasileiro passou dos limites e soou como uma provocação direta a Trump. O ex-presidente americano é conhecido por utilizar plataformas digitais para se comunicar de forma direta com seus apoiadores e também com líderes de outros países.
A pesquisa também abordou outro tema envolvendo a relação entre Brasil e Estados Unidos. Segundo os dados, a maior parte da população brasileira discorda da decisão de Trump de aplicar tarifas de 50% sobre produtos importados do Brasil. Essas medidas foram anunciadas no contexto de embates comerciais e, para muitos entrevistados, não têm justificativa econômica clara.
Além disso, os dados revelam uma percepção de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta perseguição judicial. A Quaest incluiu esse ponto no questionário para avaliar se os entrevistados associam a decisão de Trump a uma tentativa de apoiar Bolsonaro politicamente, o que muitos consideraram provável.
O levantamento ouviu presencialmente 2.004 pessoas entre os dias 10 e 14 de julho. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança estatística é de 95%.
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O deputado destacou os investimentos em unidades de referência como o IMIP, o Hospital de Câncer de Pernambuco e o Hospital das Clínicas feito pelo colega.
De acordo com Alckmin, a redução da jornada é uma tendência mundial porque a tecnologia permite que se faça mais com menos funcionários e exige, também, mão de obra mais qualificada.
O documento também aponta indícios de uma concentração incomum de recursos ordenados pela estrutura da instituição militar para a empresa de Vorcaro.
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