Pernambuco, 07 de Março de 2026

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Pastor Junior Tércio critica decisão do STF sobre "linguagem neutra" nas escolas

Em suas redes sociais, o deputado estadual afirmou que a decisão prioriza debates ideológicos em detrimento de questões essenciais na educação.

Fernanda Diniz

07 de março de 2026 às 18:30   - Atualizado às 18:55

Pastor Júnior Tércio, do PP.

Pastor Júnior Tércio, do PP. Foto: Divulgação

O deputado estadual Junior Tércio (PP) comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que invalidou leis estaduais que proibiam o uso da chamada “linguagem neutra” nas escolas.

Em suas redes sociais, Junior Tércio afirmou que a decisão prioriza debates ideológicos em detrimento de questões essenciais na educação.

“Enquanto pais lutam por uma educação focada em conteúdo, disciplina e aprendizado de verdade, debates ideológicos continuam entrando no ambiente escolar. Com tantos problemas reais na educação brasileira, é isso que vira prioridade no STF”, escreveu o deputado.

Junior Tércio reforçou que, para ele, a educação deveria estar centrada em aprendizado e formação dos alunos, e criticou o que considera uma interferência ideológica nas escolas.

"Com tantos problemas reais na educação brasileira, é isso que vira prioridade no STF", concluiu.

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Junior Tércio x 'baile do inferninho'

O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) fez um discurso na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta-feira (5).

Na ocasião, comentou o caso do cantor Oruam, criticou a banalização da criminalidade, condenou o chamado “baile do inferninho” e defendeu dois projetos de lei de sua autoria voltados à proteção da ordem pública e de crianças e adolescentes.

Durante a fala, o parlamentar citou o caso do cantor Oruam como exemplo do que classificou como inversão de valores. Segundo Pastor Júnior Tércio, é inadmissível que artistas investigados por envolvimento com o crime e que fazem apologia à criminalidade tenham espaço em eventos financiados com dinheiro público.

O deputado afirmou que esse cenário reforça a necessidade da aprovação do Projeto de Lei nº 2589/2025, de sua autoria, que veda o uso de recursos públicos para apoiar eventos voltados ao público infantojuvenil que promovam o crime organizado ou incentivem o consumo de drogas ilícitas.

Pastor Júnior Tércio também criticou os chamados “bailes do inferninho”, que, segundo ele, reforçam a cultura da violência, do consumo de drogas e da desordem, gerando insegurança e transtornos à população.

Para enfrentar esse problema, o parlamentar destacou o Projeto de Lei nº 2822/2025, que proíbe a realização de eventos clandestinos e irregulares em todo o Estado, incluindo festas conhecidas como “pancadão”, “baile do inferninho” e “muvucão”.

Ao final, Pastor Júnior Tércio reforçou que os projetos não representam censura, mas responsabilidade com o dinheiro público e compromisso com a segurança das famílias pernambucanas.

Deputado fala sobre segurança no estado 

O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) ressaltou, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (3), os avanços recentes na segurança pública de Pernambuco. O parlamentar reconheceu o trabalho da Polícia Militar e defendeu a continuidade do policiamento ostensivo nas ruas.

“Os resultados aparecem quando o Estado está presente e a autoridade é respeitada. Seguimos ao lado de quem protege vidas e garante a paz nas comunidades. Planejamento, integração entre as forças e presença policial são essenciais para garantir mais tranquilidade às famílias pernambucanas”, afirmou o parlamentar.

O deputado destacou a atuação dos novos integrantes da corporação, conhecidos como “laranjinhas”, que já atuam na linha de frente do enfrentamento ao crime. Segundo ele, a presença desses agentes reforça o patrulhamento e amplia a capacidade de resposta das forças de segurança.

Pastor Júnior Tércio parabenizou a governadora Raquel Lyra (PSD) pelos investimentos no setor, entre eles o reforço do efetivo, o anúncio de novo concurso para a Polícia Militar e a ampliação da estrutura da corporação, com a construção de novos batalhões.

Júnior Tércio tem indicação que reconhece vaquejada 

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, na segunda-feira, 15 de dezembro, a indicação nº 3438/2025, de autoria do deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP), pelo reconhecimento da vaquejada como Patrimônio Cultural Imaterial. A proposta destaca a tradição nordestina e a relevância cultural e econômica da prática em Pernambuco.

Pastor Júnior Tércio afirmou que a aprovação representa um passo importante para valorizar a cultura pernambucana e preservar tradições que fazem parte da história local.

“A vaquejada atravessa gerações. É cultura, é identidade e também é trabalho para muitas famílias. Agradeço à Casa pela aprovação. Esse resultado reconhece o valor dessa tradição e a importância de preservar o que é nosso”, declarou.

Quando algo é declarado Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, passa a ser oficialmente identificado, reconhecido e registrado para garantir preservação e continuidade. Isso inclui medidas de proteção, como apoio econômico e material, documentação, inventários e pesquisas, além de acompanhamento para que comunidades sigam praticando e transmitindo tradições, celebrações e formas de expressão, fortalecendo identidade cultural pernambucana.

Com a aprovação em Plenário, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) conduzirá a análise técnica e, se atendidos os critérios, promoverá a inscrição da vaquejada no Livro de Registro competente.

Júnior lança oficinas

O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) participou, na manhã da última quinta-feira, 11 de dezembro, do lançamento das oficinas de inclusão da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), na sede da entidade em Casa Amarela.

A ação é viabilizada pela emenda destinada pelo parlamentar à instituição. Também participaram do evento a secretária executiva estadual da Criança e Juventude, Clarisse Mendes, e a presidente da instituição, Ana Patrícia Costa.

As oficinas de inclusão abrangem atividades como Corte, Costura e Bordado, Música com coral e instrumentos, Culinária, Artes, Informática e Horta. Juntas, as iniciativas alcançam uma média de duzentas pessoas, promovendo aprendizagem, convivência, geração de renda, autonomia e fortalecimento dos vínculos familiares.

Durante o evento, Pastor Júnior Tércio destacou a importância de apoiar iniciativas que valorizem o potencial de cada assistido e ampliem oportunidades.

“Essas oficinas não são apenas cursos, são caminhos de esperança para famílias inteiras. Aqui talentos são descobertos, habilidades são desenvolvidas e sonhos começam a ganhar forma. Nosso mandato tem compromisso com quem mais precisa e a Apae é um exemplo de trabalho sério, que merece ser fortalecido”, afirmou.

 

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