Pastor Eurico afirma que Túlio Gadêlha quer impedir construção da Escola de Sargentos em Pernambuco. Foto: Divulgação
No programa ‘Cidade em Foco’, da Rede Pernambuco de Rádios o deputado federal Pastor Eurico, do PL, falou sobre a possibilidade de Pernambuco perder o direito de sediar a nova Escola de Sargentos do Exército, que será construída na cidade de Paudalho.
A Escola é um grande investimento do Governo Federal no estado e tem com principal objetivo a formação de sargentos de carreira, com um foco em 16 especialidades técnicas, incluindo infantaria, cavalaria, artilharia, engenharia, comunicações e logística.
“O grande gargalo que está dificultando esta obra são movimentos encabeçados por um deputado pernambucano. São muitas fakes news, vídeos gravados dizendo de tudo, dizendo até que vai faltar o ar em Paudalho, caso a Escola seja construída. Se tem alguém que preserva o ‘verde’ são as Forças Armadas”, disse ele.
“O Exército tem tido a preocupação, nos mínimos detalhes, para fazer um excelente trabalho, mas o grande problema é uma guerra politiqueira com gente aqui de Pernambuco e de pessoas de outros estados, que perderam essa Escola e que não se conformam”, disse e emendou, “Temos o apoio do ministro (José Múcio Monteiro) do governo e vamos trabalhar até o final, porque a Escola ela é de Pernambuco”.
Perguntado sobre quem seria o pernambucano que estaria trabalhando para impedir a construção da Escola de Sargentos em Pernambuco, Pastor Eurico disse: “É o Túlio Gadêlha. Gosto dele, mas as bandeiras que ele defende as vezes traz prejuízos para o estado. O Exército jamais iria prejudicar o meio-ambiente, ele irá beneficiar ainda mais o nosso estado”.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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