Ulisses Batista está foragido no Rio de Janeiro Foto: Reprodução
Na manhã de 20 de março de 2025, a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a Operação Falso Profeta, visando desmantelar um esquema criminoso de extorsão liderado pelo pastor Ulisses Batista, que está foragido no Rio de Janeiro. O esquema, apelidado de Projeto Água 20LT, obrigava comerciantes de Cuiabá e Várzea Grande a pagar uma taxa ilegal de R$ 1 por galão de água vendido.
O Esquema de Extorsão
A investigação, que começou em 2024, revelou que o grupo criminoso se aproveitava da vulnerabilidade de pequenos comerciantes de água mineral. Inicialmente, os criminosos agiam de forma amigável, mas logo começaram a ameaçar os empresários, forçando-os a comprar galões exclusivamente de sua rede de distribuição. Para garantir o cumprimento das regras, a facção cobrava uma taxa ilegal sobre cada galão vendido, prejudicando a operação dos comerciantes e gerando lucro ilícito.
A facção, liderada por Batista, também operava um caminhão para a distribuição de água e utilizava uma empresa de fachada para lavar o dinheiro obtido por meio da extorsão. Parte dos lucros gerados pelo esquema era enviada para o Rio de Janeiro.
Ação Policial e Mandados Cumpridos
A Operação Falso Profeta cumpre um total de 30 ordens judiciais contra a organização criminosa. Entre as ações estão 7 mandados de prisão preventiva, 9 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias que podem somar até R$ 1,5 milhão. Além disso, veículos foram sequestrados e atividades econômicas de empresas ligadas à facção foram proibidas. As investigações também identificaram que o grupo criminoso controlava as distribuidoras e aumentava os preços para os consumidores, prejudicando o mercado de água mineral.
Operação Aqua Ilícita: Nova Ação Contra o Grupo
O mesmo grupo criminoso também é alvo de outra operação, a Operação Aqua Ilícita, realizada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Essa operação cumpre 60 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão, além do sequestro de bens e valores, incluindo 33 veículos. O foco desta operação é o controle de preços no mercado de água mineral e o impacto econômico causado pela extorsão de comerciantes.
A investigação continua para desmantelar completamente a facção e identificar todos os envolvidos no golpe. A Polícia Civil segue empenhada em combater crimes que afetam a economia local e o bem-estar da população.
Fonte: G1
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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