Flávio Bolsonaro e Lula. Foto: Divulgação
Levantamento divulgado nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, pelo Paraná Pesquisas mostra um cenário de equilíbrio na disputa presidencial ao analisar possíveis confrontos de segundo turno. A pesquisa indica empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Em um dos confrontos diretos entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador aparece com 44,4%, numericamente à frente do atual presidente, que somou 43,8%. Mesmo com a vantagem nos números brutos, a diferença permanece dentro da margem de erro e configura empate técnico.
O resultado marca a primeira vez em que Flávio Bolsonaro surge à frente de Lula em uma simulação direta neste levantamento específico. Ainda assim, o intervalo estatístico impede que se aponte liderança isolada de qualquer um dos dois nomes.
O instituto ouviu 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro. A equipe realizou entrevistas presenciais e domiciliares. O levantamento apresenta margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança alcança 95%, segundo as informações divulgadas.
A pesquisa traz um retrato do momento e reflete a opinião dos entrevistados no período em que os pesquisadores estiveram em campo. O cenário de empate técnico mostra uma disputa equilibrada entre dois nomes que ocupam posições centrais no debate político nacional.
Flávio Bolsonaro, que exerce mandato no Senado, é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Lula ocupa atualmente a Presidência da República e representa o Partido dos Trabalhadores. Os dois aparecem como protagonistas nas simulações testadas pelo instituto.
O levantamento também informa que o próprio instituto financiou a pesquisa com recursos próprios. A equipe registrou o estudo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07974/2026, conforme exige a legislação eleitoral vigente.
Os dados reforçam o cenário de polarização entre os dois nomes avaliados no confronto direto. A margem de erro mantém a disputa em aberto dentro das simulações apresentadas. Pequenas oscilações dentro do intervalo estatístico podem alterar a posição numérica de cada candidato.
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O estudo apresenta margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para cima ou para baixo.
A diferença entre os dois candidatos fica dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
O banco diz que a medida tem como objetivo possibilitar o futuro ressarcimento de prejuízos causados à instituição em razão de operações.
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