Pendrives apreendidos em operação contra padre suspeito de armazenar pornografia infantil em Guaíba Foto: Polícia Civil/Divulgação
Um padre foi preso em flagrante na última quinta-feira (28), em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre, sob suspeita de armazenar conteúdo de pornografia infantil. De acordo com a Polícia Civil, o material foi encontrado em dois pendrives apreendidos durante uma operação realizada na casa paroquial do religioso, localizada no bairro Colina.
A operação foi autorizada pela Justiça, que emitiu um mandado de busca e apreensão para a residência do padre. O material recolhido foi encaminhado para análise pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP), que irá avaliar o conteúdo armazenado nos dispositivos eletrônicos. O delegado Vladimir Urach, responsável pelo caso, confirmou que o religioso já estava sendo investigado por suspeita de abuso sexual contra uma criança, além do armazenamento de conteúdo pedófilo.
O padre, que teve sua identidade preservada até o momento, também é investigado por abusos contra uma menina de 10 anos, em Guaíba. O inquérito, que tramita sob sigilo, está sendo conduzido pela delegada Karoline Calegari. A Polícia Civil trabalha para aprofundar a investigação e determinar a extensão dos crimes cometidos pelo religioso.
Em resposta ao ocorrido, a Arquidiocese de Porto Alegre, por meio de um comunicado assinado pelo arcebispo Dom Jaime Spengler, informou que foi decretada a "imediata suspensão do Uso de Ordens" do padre, o que significa que ele está impedido de exercer qualquer função dentro da Igreja ou de realizar atos litúrgicos. A Arquidiocese reforçou, ainda, que "a Igreja não pode aceitar quaisquer tipos de comportamentos contrários aos princípios da moral e ética cristã" e manifestou seu compromisso com a verdade, a justiça e a proteção das vítimas.
A nota oficial também expressa solidariedade às vítimas e suas famílias, além de garantir total cooperação com as autoridades na apuração dos fatos. A Arquidiocese reafirma seu compromisso com a ética e com a transparência, pedindo orações por todos os envolvidos no caso.
O caso gerou grande repercussão na cidade, levantando preocupações sobre a segurança e a proteção das crianças na comunidade. As autoridades continuam a investigar o caso com o objetivo de esclarecer os detalhes da possível rede de abuso e pornografia infantil.
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A manifestação ocorreu por meio da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que reúne mais de dois mil delegados.
A ideia surge em meio à escalada da crise entre os magistrados Alexandre de Moraes e André Mendonça.
O candidato a presidente também disse lamentar a decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de não pautar a abertura do processo de impeachment contra o magistrado.
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