Oruam debocha da prisão de Bolsonaro. Foto: Divulgação
O rapper Oruam usou as redes sociais para reagir à prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, registrada na manhã de sábado, 22 de novembro, em Brasília. O artista publicou no X (antigo Twitter) uma mensagem irônica logo após a confirmação da detenção.
“Que ironia do destino, Bolsonaro foi preso”, escreveu Oruam acompanhando a frase com emojis de risada. A postagem ganhou repercussão imediata entre seguidores e entrou em destaque nos trends.
A Polícia Federal prendeu Bolsonaro por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão determinou a prisão preventiva do ex-presidente, medida que não possui prazo definido para encerramento. A equipe policial cumpriu o mandado nas primeiras horas da manhã de sábado (22), após Moraes apontar risco de fuga e citar episódios recentes envolvendo o monitoramento eletrônico imposto ao ex-presidente.
O comentário de Oruam ocorreu poucas horas depois da notícia e reacendeu debates nas redes, já que o rapper também viveu um episódio de prisão recentemente. Oruam enfrenta desde o início do ano um processo judicial que o colocou em destaque também fora da música.
Vale lembrar que o artista deixou a Penitenciária Serrano Neves, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, no fim de setembro. Ele passou mais de dois meses detido após uma decisão judicial determinar sua prisão. O caso teve grande repercussão, especialmente pela ligação familiar de Oruam. Ele é filho do traficante Marcinho VP, fato que sempre volta ao debate público.
A liberação do rapper ocorreu após uma decisão do ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O magistrado entendeu que o pedido que sustentava a necessidade da prisão não apresentou justificativas suficientes para manter a custódia cautelar. Com isso, Paciornik autorizou a substituição da prisão por medidas domiciliares, o que permitiu que Oruam retornasse para casa enquanto o processo segue em andamento.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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