Janja e Lula na COP30 Foto: Reprodução/@instagram
O governo federal já empenhou cerca de R$ 787,2 milhões dos recursos previstos para a realização da COP30 em Belém, segundo dados do Portal da Transparência. O orçamento total do evento ultrapassa R$ 1 bilhão, valor superior aos R$ 859,3 milhões inicialmente anunciados ao Congresso Nacional, provocando debates sobre a gestão financeira e o impacto das obras na cidade.
A COP30 em Belém envolve gastos com a conferência em si e também com obras e infraestrutura urbana. Conforme informações da Controladoria-Geral da União (CGU), foram destinados R$ 1,06 bilhão para a organização do evento, incluindo ações de saneamento, mobilidade e segurança pública.
Entre os investimentos estão reformas de mercados históricos, melhorias em bases aéreas e estruturas de recepção para delegações internacionais. Além disso, a Itaipu Binacional contribui com aportes para gestão de resíduos sólidos e revitalização urbana, buscando deixar um legado sustentável para a capital paraense.
O aumento no orçamento da COP30 motivou a criação de uma página específica do Portal da Transparência para acompanhar a execução dos recursos, contratos e pagamentos vinculados ao evento. Apesar disso, a escolha de Belém como sede gerou críticas, especialmente devido à capacidade limitada de hotéis na cidade, onde diárias podem ultrapassar US$ 700, segundo reportagens da imprensa internacional.
Para mitigar a pressão, o governo contratou navios-hotel e ampliou a hospedagem por escolas reformadas, garantindo acomodação para delegados e jornalistas.
Autoridades defendem que os investimentos da COP30 não se limitam à conferência, destacando benefícios a longo prazo para Belém, como saneamento básico, mobilidade urbana e melhorias sociais. Entretanto, críticos apontam que os custos bilionários favorecem a visibilidade internacional do evento e podem dificultar a participação de países com menor poder econômico.
Com a COP30 em Belém em andamento, a transparência nos gastos e o acompanhamento das obras serão fundamentais para avaliar se os recursos públicos estão sendo aplicados de forma eficiente e se o evento deixará um legado positivo e sustentável para a população local.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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