Líder do PL destacou que a 257ª assinatura, número mínimo para protocolar o pedido, foi do deputado Paulo Azi (União Brasil), presidente da Comissão de Constituição e Justiça.
Relator da anistia, Rodrigo Valadares, ao lado de Bolsonaro Foto: Reprodução/YouTube Silas Malafaia
O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, afirmou que o partido conseguiu 258 assinaturas, uma a mais do que o mínimo necessário para pautar o projeto de lei da anistia no plenário da Casa. O texto conseguiu o apoio de 144 parlamentares que integram o governo Lula.
Por meio das redes sociais, o deputado Sóstenes Cavalcante disse que a quantidade mínima das assinaturas tinha sido alcançada pouco depois das 22h da quinta-feira, 10 de abril.
O líder do PL destacou que a 257ª assinatura foi do deputado Paulo Azi (União Brasil), presidente da Comissão de Constituição e Justiça. O partido de Azi faz parte da base do presidente Lula e, ainda ontem, indicou o deputado Pedro Lucas para comandar o ministério das Comunicações.
Chegamos! Aliás, ultrapassamos com folga as 257 assinaturas necessárias para pautar a Anistia. Vitória da justiça. Vitória da humanidade. Vitória do povo brasileiro. Agora é rumo ao plenário. Agora é #AnistiaJá", escreveu Sóstenes.
Confira a lista com o número de assinaturas por partido:
Bolsonaro defende anistia
O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 10 de abril, que não está interessado na redução de penas dos presos do 8 de Janeiro, mas sim uma anistia "ampla, geral e irrestrita".
Bolsonaro disse ter havido um "ponto de inflexão" na articulação pela anistia com o voto do ministro Luiz Fux no julgamento que o tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. Na sessão, Fux falou da possibilidade de as penas serem reduzidas.
A declaração do ex-presidente foi dada durante um almoço fechado em evento organizado por um grupo de advogados de direita que critica a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Judiciário.
"Agora, tivemos um ponto de inflexão. Enchendo a bola da minha esposa aqui, que falou muito bem na Paulista, dirigindo-se ao ministro Fux. Ali, no meu entender, foi uma fissura que apareceu Um outro lado que parecia impossível. A modulação não nos interessa. Redução de penas não nos interessa. O que nos interessa, sim, é anistia ampla, geral e irrestrita", afirmou Bolsonaro aos convidados.
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A maior parte foi formada pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.
A estratégia tem como objetivo ampliar e qualificar o acompanhamento de gestantes, puérperas e crianças de até dois anos de idade em todo o Estado.
"Nós tivemos 3,5% de aumento em 2024, 3,5% de aumento em 2025 e 3% em 2026, somando-se a isso a extinção das faixas salariais não somam sequer 16%", disse o deputado.
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