A informação foi confirmada pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos, Renan da Cunha Castro.
25 de maio de 2023 às 18:02
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE) decidiu monitorar a atuação da Polícia Militar de Pernambuco na Ilha do Retiro, nos Aflitos e no Arruda. A informação foi confirmada pelo presidente da comissão, Renan da Cunha Castro. Leia também: >>>‘Pessoas tratadas como animais não se comportam como seres-humanos’, diz vereador do PSOL sobre atuação da PM nos estádios de Pernambuco
“Os relatos são gravíssimos. Homens, mulheres e pessoas idosas são impedidas de entrar no estádio por motivos vários, tais como: camisas, bonés e até tatuagens. Estamos coletando informações, abrimos procedimento interno, designamos relatoria e, vamos sim, acompanhar a entrada de algumas torcidas nos estádios nos próximos dias”, disse o líder.
Segundo o Marco Zero Conteúdo, a maior parte das denuncias recebidas pela OAB foram feitas pela Associação Nacional das Torcidas Organizadas (Anatorg).
"Precisamos de um batalhão especializado em eventos esportivos, capaz de garantir tratamento digno de um cidadão para o torcedor. Seja homem, mulher, criança. O Choque que é treinado para invadir presídio e trata os torcedores das arquibancadas como se fossem detentos perigosos, como inimigos”, explicou o coordenador da Anatorg em Pernambuco, Adriano Costa.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
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