Jair Bolsonaro com a bandeira de Pernambuco Foto: Rodolfo Kosta/Portal de Prefeitura
A Região Nordeste é onde mais se acredita que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participou da tentativa de golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira, 25 de agosto, 62% dos nordestinos afirmam que Bolsonaro teve envolvimento direto na trama golpista, enquanto apenas 26% negam essa participação.
O levantamento, realizado entre os dias 13 e 17 de agosto, revela uma leve alta na percepção nacional de que o ex-presidente participou do plano. Em março de 2025, 49% dos entrevistados acreditavam na participação de Bolsonaro; agora, esse número subiu para 52%. Por outro lado, 36% não veem envolvimento do ex-mandatário ante 35% na pesquisa anterior.
A região Sul segue como a única em que o porcentual dos que negam a participação de Bolsonaro (46%) é maior que o dos que a confirmam (43%). No Sudeste, 52% veem envolvimento e 36% não. No Centro-Oeste/Norte, 47% acreditam na participação, contra 40% que a rejeitam.
A pesquisa também traçou o perfil por religião. Entre os evangélicos, a maioria (54%) nega a participação de Bolsonaro no plano de golpe, enquanto 34% acreditam que houve envolvimento. Já entre os católicos, o cenário se inverte: 59% afirmam que o ex-presidente participou da trama, e 30% dizem que não.
Além disso, 86% dos brasileiros já estão cientes de que Bolsonaro virou réu no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de planejar um golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. O julgamento, sob relatoria do ministro Cristiano Zanin, ocorrerá em sessões extraordinárias marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.
A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 pessoas, presencialmente, em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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