Nikolas Ferreira e Lula. Fotos: Mário Agra/Câmara dos Deputados e Marcelo Camargo. Arte: Portal de Prefeitura
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), comentou em suas redes sociais na sexta-feira, 18 de julho, as medidas restritivas que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, determinou contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em uma das suas publicações, o parlamentar destaca que nunca viu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "proibido de falar com alguém, usando tornozeleira ou sem ter acesso às redes sociais", e aponta também que "na democracia relativa as coisas são bem diferentes".
"Lula foi condenado em três instâncias e posteriormente preso. Nunca o vi proibido de falar com alguém, usando tornozeleira ou sem ter acesso às redes sociais. Ele ainda chegou a conceder entrevista de dentro da prisão. Na democracia relativa as coisas são bem diferentes", escreveu Nikolas.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) use tornozeleira eletrônica.
A medida faz parte de uma nova operação da Polícia Federal (PF), deflagrada na manhã da sexta-feira, 18 de julho, que tem como foco o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-presidente e ao Partido Liberal (PL).
A investigação apura possíveis crimes como coação no curso do processo, obstrução de justiça e ataques à soberania nacional. O inquérito foi aberto na última sexta-feira (11), poucos dias após os Estados Unidos anunciarem um aumento de tarifas comerciais. Não há, até agora, confirmação oficial de relação direta entre os dois eventos, mas o contexto internacional pesa nos bastidores.
A operação da PF ocorreu na residência de Bolsonaro, em Brasília, e em locais relacionados ao PL. A ação teve autorização do Supremo, e Moraes foi o responsável por assinar as medidas cautelares. Além do uso da tornozeleira eletrônica, Bolsonaro está proibido de acessar redes sociais e terá que permanecer em casa todas as noites, das 19h às 7h.
O STF também restringiu os contatos do ex-presidente com outros réus e investigados nos processos em andamento. Moraes vetou qualquer tipo de comunicação entre Bolsonaro e embaixadores ou diplomatas estrangeiros, e proibiu que ele se aproxime de sedes diplomáticas.
Na prática, essa medida afeta diretamente o convívio com o filho do ex-presidente, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que também figura em investigações ligadas ao mesmo núcleo.
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