Trump e Netanyahu. Foto: Reprodução
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, publicou no sábado, 21 de junho, na rede social X, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os EUA "agiram com muita força", em referência aos ataques do governo americano a três instalações nucleares do Irã.
O primeiro-ministro de Israel disse ainda que ele e o povo de Israel agradecem ao republicano.
Netanyahu afirmou ainda que ele e Trump frequentemente dizem "paz através da força", no contexto em que "primeiro vem a força, depois vem a paz".
Em vídeo junto ao post, Netanyahu disse ainda que o "Trump agiu para derrubar o país mais perigoso e suas armas mais perigosas", sendo um ato que pode levar o mundo a um "futuro de prosperidade e paz".
Donald Trump anunciou o ataque a três usina nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Esfahan. De acordo com ele, os bombardeios foram realizadas por militares norte-americanos, que já estariam fora do espaço aéreo do país. O principal alvo das bombas teria sido a usina de Fordow.
"Parabéns aos nossos grandes guerreiros americanos. Não há outro exército no mundo que pudesse ter feito isso. Agora é a hora de paz!", afirmou Trump, que classificou a missão como um grande sucesso.
As Forças Armadas do Iêmen ameaçaram atacar barcos dos Estados Unidos (EUA) que trafeguem no Mar Vermelho caso o governo de Donald Trump decidisse entrar diretamente na guerra entre Israel e Irã.
Em comunicado, o porta-voz do Exército do Iêmen, Yanya Saree, disse que os militares estarão de prontidão para atacar os navios comerciais e de guerra dos EUA na região.
“Se os americanos estiverem envolvidos com o inimigo israelense em um ataque contra o Irã, as Forças Armadas do Iêmen atacarão seus barcos e navios de guerra no Mar Vermelho. As Forças Armadas estão acompanhando, monitorando toda as ações na região, incluindo movimentos hostis contra nosso país”, disse Saree em uma rede social.
Com informações do Estadão Conteúdo
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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