17 de fevereiro de 2024 às 10:23
O pastor Silas Malafaia deve assumir uma versão um pouco mais “light” no próximo dia 25 de fevereiro, na Avenida Paulista, em São Paulo, durante o evento convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Organizador deste evento em apoio ao ex-chefe de Estado, Malafaia revelou que sua declaração durante o evento será cuidadosa, porém firme. Ele enfatizou que não irá evitar abordar os pontos necessários e não hesitará em ser direto em suas observações.
"Não vou virar Silinhas paz e amor", garantiu.
Malafaia destacou que há uma diferença entre sua presença nas redes sociais, onde tem liberdade para se expressar da maneira que deseja, e um evento com um propósito específico.
O religioso reconheceu que isso demanda uma abordagem diferente e está disposto a ajustar sua postura conforme necessário.
"Não sou cretino e não tenho duas caras. Vou ser incisivo no que tenho para falar. Mas diferente um pouco de estar falando no meu canal", explicou.
Segundo o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, figuras da política incluindo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador Magno Malta (PL-ES), bem como os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO, farão discursos no evento. Além disso, Jair Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro participarão, com Michelle conduzindo uma oração.
Malafaia financiará do próprio bolso o aluguel do trio e outros custos associados ao evento em apoio ao ex-presidente na Avenida Paulista. Sua expectativa é de que a manifestação reúna cerca de 500 mil apoiadores e aliados de Bolsonaro.
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A senadora também mencionou que acredita que o filho do ex-presidente é o candidato com mais chances de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.
"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
Durante a solenidade, foi destacada a relevância da atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura, especialmente sob a condução do ministro André de Paula.
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