Deputado licenciado Eduardo Bolsonaro e o ex-ministro Gilson Machado. Foto: Montagem Portal/Agência Senado/Divulgação
O deputado federal licenciado, Eduardo Bolsonaro (PL), afirmou na terça-feira, 20 de maio, por meio das suas redes sociais, que não está precisando de doações para se manter nos Estados Unidos.
A fala de Eduardo acontece dias depois do ex-ministro do Turismo, Gilson Machado (PL), compartilhar um vídeo pedindo que as pessoas fizessem novas doações para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado licenciado.
“Aumentou a despesa dele [Bolsonaro], principalmente porque ele está ajudando Eduardo Bolsonaro lá nos Estados Unidos. Não é barato morar nos Estados Unidos”, disse Gilson ao pedir as doações.
No entanto, Eduardo agradeceu a movimentação e disse que não está precisando de doações para se sustentar.
"Meu único objetivo, aqui nos EUA, é criar as ferramentas de pressão internacional para impedir que o país se consolide como uma ditadura. O que tenho feito é acionar as alavancas corretas para que possamos libertar as vítimas do regime de exceção. Vamos em frente", escreveu Eduardo.
Eduardo Bolsonaro pediu licença do cargo na Câmara dos Deputados, em março deste ano, para viver nos Estados Unidos onde "busca sanções aos violadores dos direitos humanos". "Aqui, poderei focar em buscar as justas punições que Alexandre de Moraes e a sua Gestapo da Polícia Federal merecem", chegou a afirmar.
A campanha de arrecadação via Pix foi criada em 2023 por aliados de Bolsonaro para ajudá-lo a custear despesas legais relacionadas aos diversos processos judiciais que enfrenta, incluindo a investigação por tentativa de golpe de Estado.
Segundo Gilson, a campanha já arrecadou cerca de R$ 17 milhões, dos quais R$ 8 milhões foram utilizados para cobrir custos hospitalares e honorários advocatícios. Ele destacou que a iniciativa é totalmente voluntária e transparente.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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